quarta-feira, 31 de maio de 2017

Pérolas da Alice 2

Arrumando a Alice para irmos ao shopping, eu pretendia colocar um laço de lado na cabeça dela. Mas ela não quis e soltou:

- Mamãe, coloca o laço atrás, no rabo de cavalo, que eu fico mais adolescente!


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Artur, o primo, pintou os cabelos de azul. As meninas viram, acharam legal e já pareciam acostumadas (elas todo dia vêem o Artur pois vão pra escola juntos). Um dia, quando estávamos indo pegar o Artur pra levar pra escola, Alice solta:

- Daqui a pouco vou encontrar com uma criatura de cabelo azul!


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Alice passou a manhã me desafiando e eu disse que se ela continuasse com esse comportamento não iria para um aniversário à tarde. Ela ignorou meu aviso e continuou, então mantive minha promessa. Enquanto eu estava terminando de me arrumar pra ir com a Julia para o aniversário, ela olhou pra mim e perguntou se eu ía sair com aquela roupa. Eu disse que sim e perguntei se eu estava bonita. Ela nem piscou e já respondeu:

- Tá não, tá feia!



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segunda-feira, 29 de maio de 2017

A vovoinha é nossa!

"A vovoinha é nossa" foi a hashtag usada nas fotos da nossa viagem à Gramado. Fomos em abril, na Semana Santa, com as meninas e D. Angela. Já fazia tempo que queríamos voltar a Gramado pra levar as meninas (nossa lua de mel foi lá), mas é uma viagem cara, até pela distância. Quando no final do ano passado encontramos passagens num bom preço, não deixamos a oportunidade passar.

As meninas curtiram tudo de Gramado. Estavam super animadas planejando tudo! Alice todo dia me perguntava se era o dia de viajar. E viajar com a avó foi mais que especial para elas. Foram no avião ao lado dela, no carro também. Elas são alucinadas pela avó e tê-la só pra elas foi um sonho! Estreitaram ainda mais os laços.

D. Angela também é uma pessoa muito fácil de se conviver. Topou todas as aventuras, curtiu com as meninas, acompanhou tudo! Curtiu até a neblina espessa que nos deixava sem visibilidade na estrada. Topou desde a neve do snowland até andar a pé pelo centro e vibrou com as descobertas das meninas. 

Julia dormiu com a avó a viagem inteira e aproveitava a hora de dormir para ouvir as histórias de viagens dela (e ela tem muitas histórias pra contar). De manhã me contava encantada o que tinha ouvido à noite. Julia também estava muito atenta pra ajuda-la: quando a calçada era irregular ou em declive, ela procurava dar apoio para a avó não desequilibrar. Amo esse cuidado e esse carinho dela com a avó!

Alice curtiu tudo, não sentia nem frio! Se comportou super bem na viagem e olhava tudo com muita atenção, chegou cheia de novidades pra contar...

Mais uma viagem em família pra ficar na história, cheia de lembranças que ficam no coração e que renovam nossas energias! E que venham mais viagens em família: fortalecem nossos laços e fazem nossas almas sorrirem!
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Modificando hábitos - o lanche da escola


O lanche da escola da Julia sempre foi um desafio pra mim. Ela é  super seletiva no que come, não gosta de suco, não curte sanduíche, não curte pão com requeijão e a única fruta que gosta é maçã. 

Desde 2011 esse tem sido um pesadelo (e esse ano também comecei a mandar lanche pra Alice que saiu da creche). Julia acabava levando biscoitos industrializados (recheados ou não), bolinhos industrializados, às vezes suquinho de caixa...  Ou seja, tudo errado! Mas como modificar isso? 

Desde o ano passado tenho tentado diminuir o consumo de industrializados por elas. Claudio e eu diminuímos o nosso e nada mais natural que diminuir o delas também. É uma questão de saúde. E com isso vem também o desejo de diminuir o consumo de açúcar, de farinha branca.... Mas diminuir não é  eliminar por completo até porque mudança radical com elas não funciona! 

Comecei então a pesquisar receitas e também a resgatar receitas da mamãe e tenho encontrado bons resultados e duas fãs incondicionais dos lanches da escola! São bolos e biscoitinhos feitos com muito amor e com ingredientes facilmente pronunciáveis (nada de corantes, aromatizantes, conservantes...) 

Eu estava querendo uma receita de bolo de "chocolate" que levasse somente cacau, mas as que encontrava em geral tinham também achocolatado. E cacau é bicho danado, não se dá muito bem com fermento...  Aí peguei uma receita de bolo de chocolate fácil e gostosa e resolvi adaptar. Na primeira tentativa ficou gostoso mas pesado, tipo "entala-gato" mesmo. Mas hoje acho que acertei a mão! 

E aí como eu não sei ficar quieta, publiquei a foto deles (faço em forma de cupcake) no Facebook e logo vieram os pedidos pela receita. Como coisa boa a gente tem que compartilhar, aí vai:

4 ovos
1 xícara de manteiga
2 xícaras de açúcar demerara
1 xícara de água fervendo
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de cacau em pó alcalino 
2 colheres de chá de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio 

Misture a farinha, o cacau, o fermento e o bicarbonato e reserve. 

No liquidificador, bata o açúcar, a manteiga, os ovos, e a água. Depois misture com os ingredientes secos (eu nem uso batedeira, só o fouet) e leve pra assar em forno pré-aquecido. 

Faço em forma de cupcake porque, depois de frios,  embalo um a um no filme de PVC e congelo. Assim, posso variar o lanche sem a preocupação de que o bolo vai ficar ruim... 
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Pérolas da Alice

Alice está numa idade muito engraçada: forma frases complexas e é cheia de argumentos, arrancando boas gargalhadas da gente. Infelizmente não consigo anotar todas as pérolas dela....

Outro dia, ela jogou um brinquedo no chão. Eu chamei a atenção dela que isso não poderia acontecer e, como não era a primeira vez que fazia e nem a primeira vez que eu reclamava, avisei que se ela fizesse novamente iria ficar de castigo. Ela então saiu da sala murmurando: "nada a ver..."

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Estávamos de carro passeando e passamos na ponte sobre o Rio Cocó. Letícia, minha sobrinha, estava conosco no carro, conversando com a Julia. Alice, que não se conforma de ficar de fora da conversa, resolveu puxar assunto: "olha, Letícia, estamos passando em cima do rio."

Letícia estava muito interessada na conversa e não deu bola para o que Alice falou. Ela então insistiu: "olha, Letícia, estamos passando em cima do rio, ele é verde como seus olhos."

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Fomos a um restaurante com um casal amigo. Eles tem filhos gêmeos, dois anos mais velhos que a Alice e os 3 brincam super bem juntos, eles são os protetores dela. Ficamos várias horas nesse restaurante (as crianças se divertindo no parquinho) e quando cheguei em casa, percebi que Alice não havia pedido pra fazer xixi em nenhum momento. Pedi então que ela fosse fazer xixi antes de dormir e ela fez pouco xixi. Intrigada, perguntei se ela havia feito xixi no restaurante e ela disse que sim. Fiquei espantada por ela não ter me chamado e perguntei quem a levou ao banheiro. Ela prontamente respondeu: "o Rodrigo e o Leonardo, mamãe."  Eu então perguntei quem a havia enxugado depois do xixi e a resposta foi simples: " o Leonardo!"

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Cheguei em casa com uma tesoura nova pra Alice fazer as tarefas da escola. Eu já havia dito a ela que iria comprar e quando cheguei fui mostrando a tesoura. A Cris então entrou na sala dizendo que Alice não estava merecendo ganhar nada porque estava batendo na Julia. Alice virou pra ela na mesma hora e soltou; "acontece que eu vou ganhar sim porque é pra eu estudar!"

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Eu vinha no carro com Julia e Alice voltando da escola. Alice me fez uma pergunta e a Julia respondeu. Alice então virou pra ela e disse: "Julia, você é a mamãe? Não, você não é a mamãe, você é minha irmã. Então fique calada." 

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Começando o ano com o pé na estrada - Family Road Trip

Começamos 2017 com o pé na estrada, tem coisa melhor? Antes do raiar do dia 02 de janeiro, embarcamos numa aventura de quase 2000 km por estradas do nosso Nordeste com as meninas.

Confesso que estava apreensiva, na véspera da viagem quase não consigo dormir. Tinha medo das condições das estradas (que me supreenderam) e também de como as meninas se comportariam passando tantas horas dentro de um carro. Mas a viagem foi toda positiva. Claro que tivemos imprevistos: vômito no carro, xixi no acostamento.... Mas encaramos como parte da aventura!

Viajar de carro, em família, é uma experiência pra lá de especial. Somos só nós, ditamos nosso ritmo, nosso itinerário, nossas paradas (ou não). Temos liberdade pra conversar, cantar, brincar, ouvir a música ou o podcast preferido, sem incomodar ninguém. Observamos as paisagens, pontuamos semelhanças e diferenças com as paisagens do nosso dia a dia. Rimos juntos, inventamos brincadeiras juntos. 

Nos trechos mais longos (chegamos a passar 8 horas em estrada em um trecho) as meninas dormiam bastante. Claudio e eu aproveitávamos então pra conversar (quando elas estão acordadas quase não nos dão espaço pra falar) e ouvir podcasts do nosso interesse. Quando elas estavam acordadas, era a hora das conversas sem fim sobre tudo, inclusive sobre o que estavam vendo e sobre as experiências já vividas na viagem.

Descobrimos lugares novos, redescobrimos lugares que já conhecíamos, dividimos sorvetes, sorrisos, leite mugido e sol quente na cabeça. Brindamos à nossa vida, nos encantamos com tudo o que vimos, ouvimos e vivemos, andamos muito a pé, rimos de nós mesmos. Fortalecemos nossos laços como família. Se elas gostaram? Julia disse que foi mais divertido que ir à Disney!


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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

2016 - Um ano cheio de conquistas!

Não posso reclamar de 2016. No nosso núcleo familiar foi um ano bom. Obviamente foi um ano muito difícil para o país e para o mundo. Também foi um ano difícil (mas não sem esperança) para a família ao termos um diagnóstico de câncer da minha prima-irmã da minha idade. Mas para o meu núcleo familiar foi um ano bom.

Julia mudou de escola. No início do ano fiquei um pouco assustada com a dinâmica da nova escola mas logo a danadinha se adaptou super bem! Ela e uma das melhores amigas mudaram juntas de escola, foram para a mesma turma e, embora tenham mantido a amizade linda que existe entre elas, fizeram novas amizades também. Elas não se fecharam e não se tornaram dependentes uma da outra e se integraram perfeitamente à turma. Tiveram também uma boa ajuda da professora, tia Ju, que é uma pessoa de grande sensibilidade e que com muita tranquilidade conduziu a adaptação das meninas. A ela, minha eterna gratidão!

Na dança, a grande paixão da Julia, ela cresceu bastante e foi convidada a ter seu primeiro personagem em festivais. O musical desse ano foi Yabbadabbadoo, que contou a história dos Flinstones, e ela foi convidada pra ser a Pedrita. Eu fiquei tão feliz que chorei! Sei que a Julia vive a dança de maneira intensa e ver esse reconhecimento da dedicação dela é uma alegria enorme pra mim. Ela abraçou o desafio com muita garra e se dedicou bastante. Pra ela foi um aprendizado enorme pois passou a ensaiar de segunda a sábado e teve que se organizar melhor com o horário de estudo. Também teve que aprender a abrir mão de algumas horas de lazer para atingir seu objetivo. 

Alguém pode dizer que ela é apenas uma criança e que estou exigindo demais dela, mas garanto que não estou. Primeiro porque foi uma escolha dela. Ela poderia não ter aceito o papel, mas uma vez que aceitou, tem que ter compromisso pois é isso que faz dela uma pessoa responsável (e eu acredito que isso é coisa que se aprenda na infância). Depois, ela dança com tanto prazer, que mesmo abrindo mão de algumas horas de lazer, ela estava tendo lazer no compromisso. Eu particularmente, prefiro vê-la ensaiando do que na frente da tv e abrir mão de alguns passeios por causa dos ensaios foi muito mais positivo que negativo. Ela não ficou totalmente sem lazer e com organização e disciplina, até passar o dia brincando ao ar livre em um domingo véspera de prova foi possível! Se perguntar se ela faria tudo novamente, eu não tenho a menor dúvida que a resposta seria sim!

E ao final de tantos ensaios, ela brilhou no palco! Claudio e eu nos emocionamos e curtimos muito. E como se não bastasse tudo isso, ao final do ano letivo, Julia nos surpreendeu mais uma vez: recebemos da escola o convite para a cerimônia de entrega de medalhas de honra ao mérito e troféus. E lá fomos nós, cheios de alegria e orgulho da nossa bebéia! E não é que a danadinha foi primeiro lugar na turma dela? Orgulho demais da minha menina que já mostrou que é capaz de se superar! Antes que alguém questione, nunca exigimos nota da Julia. Queremos sim que ela aprenda. E damos todas as condições para isso. A nota é consequência disso (e sabemos que o 10 nem sempre significa aprendizado máximo). Ensinamos a ela a importância do estudo e da disciplina, ajudamos nas dificuldades e damos autonomia de acordo com a maturidade dela. Apoiamos e incentivamos mas não cobramos nota. Inclusive, quando na segunda etapa a professora veio conversar comigo e parabenizar pelos resultados da Julia, eu disse que nem esperava que ela tivesse notas tão altas no segundo semestre pois iria intensificar os ensaios para o festival....

E como tenho duas filhas, as alegrias foram em dobro. Alice também teve um ano fantástico! Cresceu e deixou de ser bebê. É agora uma menininha falante, engraçada (ela mesma diz que é divertida), metida (quer imitar a Julia em tudo e brinca com as amigas da Julia de igual pra igual) e muito esperta. Deixou as fraldas completamente (xixi e cocô, diurna e noturna), deixou a chupeta (esse semana ainda pediu, mas eu disse que ela está grande pra isso e o assunto morreu aí), aprendeu muitos conteúdos novos na escola com muita facilidade. Sabe muito mais coisa que eu quando tinha a idade dela. Desenvolveu a autonomia e passou a entrar e sair da escola sozinha (eu ficava do portão só observando), a comer de forma efetiva sozinha, a se calçar sozinha.... Não preciso nem ficar levando ao banheiro, quando ela tem vontade vai sozinha. 

Alice também começou a dançar e viveu seu primeiro festival com muita intensidade. Até o meio do ano, ela dava trabalho para ficar na aula, mas com a proximidade do festival começou a se interessar mais. Com muita frequência ela ía aos ensaios da Julia e acho que isso ajudou bastante (melhor coisa pra uma criança é ter um irmão!). E quando chegou o festival, ela dançou com bastante desenvoltura. Fez a coreografia todinha com a graça de uma criança de 3 anos e nos emocionou!

E agora que venha 2017 com seus desafios! E que Julia e Alice tenham um bom ano, com muito aprendizado e diversão! 
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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

De que é feito um festival?

De uma ideia. Essa ideia cresce e vira um sonho. Primeiro sonhado por uma pessoa, depois sonhado por várias. 

Esse sonho vai crescendo e tomando forma. Vai virando música, coreografia, cenário, figurino. Primeiro na cabeça, depois no papel. Depois o sonho se transforma através de corpos que dançam. A primeira vez, desajeitados. Depois em sintonia consigo e com outros corpos que também dançam. E nessa metamorfose vão entrando ingredientes fundamentais: esforço, dedicação e disciplina. Também um pouco de sacrifício, pelas horas de lazer trocadas por horas de ensaio (mas aqueles corpos encontram lazer e prazer nas horas dançadas). 

E assim, dia após dia, repetição após repetição, a história sonhada vai tomando forma e criando vida. A personalidade dos personagens vai aparecendo em cada bailarina. O festival vai se tornando real em meio a amizades novas e antigas, em meio a risadas, em meio a lanches compartilhados. 

A ansiedade pela chegada dos figurinos toma conta: faltam poucos dias! O encantamento nos olhos de cada uma encanta também quem acompanha os bastidores. Novatas e veteranas, já não há diferença, são todas parte de uma só família.

Chega o tão esperado dia da estreia. Ansiedade? No último nível. Felicidade também! Nos bastidores, uma energia fantástica. Mãos que se ajudam e fazem o todo funcionar. É uma dica pra melhorar o coque, um grampo emprestado, uma mão que sobe o zíper, uma linha e agulha que salvam um figurino de última hora....

Apagam-se as luzes, abrem-se as cortinas e a mágica acontece! Corpos que dançam e encantam contam uma história. Naquele palco desafios estão sendo superados. Dor não existe, timidez também não. Ali elas estão inteiras, em completa entrega, estão fazendo o seu melhor. Não importa se têm 3 anos ou 20 anos, não importa se é a primeira ou a décima vez que sobem ao palco, a emoção é a energia que as move. E essa emoção transcende o palco e contagia a plateia. 

Ao fim, as cortinas se fecham ao som dos aplausos. A sensação de objetivo alcançado toma conta de todas. O sorriso ilumina os rostos. Mas é hora de recolher os figurinos e voltar pra casa. Carregam doces lembranças e um enorme aprendizado pra vida. Mas carregam também um pesar no peito... é a dor da despedida.... Aqueles personagens agora são passado e só estão vivos nas lembranças. É hora de elaborarem o "luto" por eles para depois aguardarem ansiosas os desafios do ano seguinte! E então viverem tudo outra vez!
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