sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Adeus ano velho, feliz ano novo.........


............ que tudo se realize, no ano que vai nascer! É isso mesmo que espero, que nossos sonhos se realizem! O maior deles, atualmente, é o retorno do Claudio pra casa.

O ano de 2010 foi bem difícil pra gente, o mais difícil de todo o nosso casamento. Claudio em Ribeirão Preto numa rotina alucinante, morando só, sem nenhum conforto. Julia e eu em casa, por mais conforto que a gente tivesse, nada era suficiente pra confortar nossos corações.

Era uma solidão enorme............ e as dificuldades do dia-a-dia pra manter a casa, pra educar a Julia, para lidar com a doença da mamãe..... a depressão andou me rondando, mas eu não podia me deixar abater e a fluoxetina ajudou na enxaqueca e ajudou também a me manter de pé. Mesmo assim não fui uma fortaleza o tempo todo. Não esqueço o dia que deu um vazamento na minha cozinha........ era água por todo lado. Deu vontade de sentar e chorar porque eu não sabia nem por onde começar pra resolver o problema. Sabia que se o Claudio estivesse em casa, num instante ele resolveria........... mas no lugar de sentar e chorar, fui afastar a máquina de lavar louça e fechar o registro de água (pra isso eu praticamente tive que entrar dentro do armário da cozinha). Depois foi rodo pra que te quero! Pra muita gente isso pode parecer besteira, mas pra mim, sinceramente, foi um problemão.

Todo dia eu olhava o calendário na porta da geladeira, pra ver se o tempo passava mais rápido. No calendário tinha uma foto de nós 3 e eu ficava imaginando como seria ter o Claudio de volta em casa. A sensação é que isso era um sonho distante.........

Ano passado, chorei o reveillon todo. Claudio estava com viagem marcada pra 05 de janeiro, então eu não tinha clima pra comemorar nada......... só via um tempo sombrio à frente. Como foi difícil............ no dia que ele viajou eu chorei tanto, mas tanto...... foi horrível, não dá nem pra descrever....... nesses primeiros dias, se minha sogra não estivesse comigo em casa, eu teria desabado.......

Mas, graças à Deus, o tempo é implacável e a gente querendo ou não ele passa! Pra todo mundo! E pra gente passou também! Estamos aqui em 31 de dezembro com a sensação de vitória. Sensação de que conseguimos, de que somos fortes e de que podemos tudo. Um ciclo se fechou e, por mais difícil que o ano tenha sido, não podemos deixar de ver o crescimento que tivemos, no campo profissional e no pessoal. E agora temos esperança de uma vida melhor daqui pra frente!

As resoluções para o ano novo são muitas: emagrecer, entrar na natação, ter mais paciência, me dedicar mais à leitura, curtir muito a família, quem sabe encomendar um(a) irmãozinho(a) pra Julia, ser uma pessoa mais generosa............. mas a principal delas é ser FELIZ ao lado da minha família linda!!!!!!!!!! 




FELIZ 2011 PARA TODOS!!!!!!!!!!!!!!!!
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Viajar com criança

Acho que todo mundo que pretende fazer viagem com criança já está farto de ler as dicas pra tornar esse momento o menos estressante possível. Levar várias coisas pra entreter os pequenos é básico.

Eu já li diversas dicas e já botei muitas em prática mas é fato que criança é uma caixinha de surpresas. Em julho levei a Julia na primeira viagem de avião da vida dela. Foi um vôo totalmente sem noção que saiu de Fortaleza às 3hs da manhã de chegou em Ribeirão Preto às 13hs depois de duas conexões super demoradas. Pra completar Julia estava com o cocô mole e eu tive que usar todas as fraldas que tinha levado na bagagem de mão. Mas o saldo dessa viagem foi muito positivo. Julia se encantou com o avião e se comportou super bem. Também dormiu, o que foi uma grande ajuda. Na volta ela já estava mais "espoleta"mas mesmo assim não era nada que não desse pra controlar. Acho que minha maior dificuldade foi com minha bagagem de mão que era muito pesada e volumosa e não tinha ninguém pra me ajudar.

Mas ontem.......... nossa, como sofri! Não sei se é porque ela está maior e mais desenrolada ou se era porque o pai estava junto (noto que na presença dele, ela fica mais dengosa e mais teimosa). Eu sei que ela deu muuuuuuuuuuuuito trabalho. Na bagagem de mão eu levei as Barbies, a boneca nova que ela ganhou no Natal e lápis de cor e papel pra desenhar. Não levei o dvd portátil porque não estava mais cabendo e da vez passada ela nem usou então achei melhor colocar na mala.



O sofrimento começou ainda no aeroporto de Fortaleza porque ela não parava um minuto. No  trecho de Fortaleza à Brasília, tive que ficar "passeando"com ela no avião. De Brasília a São Paulo ela dormiu o vôo inteiro, mas eu não podia nem me mexer. Quando chegamos em Congonhas, ela estava um enjôo só. Primeiro disse que queria sorvete e ficava choramingando isso o tempo todo, enquanto a gente andava no aeroporto procurando um picolé pra ela. Todo mundo olhava e eu fazendo cara de paisagem e contando até mil pra não perder a calma. 

Quando finalmente achamos um lugar que vendia picolé, paramos pra ela tomar, mas ela estava se melando toda porque o palito era ruim mesmo de segurar. O Claudio foi ajudar e tirou uma mordida do picolé dela. Pra quê???? Ela deu um "show" daqueles de ficar todo mundo olhando e cochichando. A essa altura eu,  que já estava cansada e de saco cheio do choramingo que vinha de longe, perdi a paciência (eu sou humana, tá?) e fui meio ríspida com ela. E falei que se não parasse de chorar não ía mais tomar o picolé. Resolveu a birra, mas ela ficou super sentida. 

Aí depois de tomar metade do picolé, ela resolveu que queria pirulito! O pai, besta que só, foi procurar e eu fiquei sentada com ela tomando conta da bagagem de mão (minha bolsa pesadíssima, a bolsa dela pesadíssima e a mochila do Claudio que eu nem me atrevi a ver se estava pesada). Aí a bonitinha vira pra mim e diz: "mamãe, volto já já, vou buscar o papai, viu?" Eu mereço ter que cuidar da bagagem de mão e impedir a Julia de sair desembestada pelo aeroporto!!!!!! Então resolvi dizer que se ela me deixasse sozinha eu iria chorar (é feio, eu sei, mas apelei pra chatagem emocional porque não consegui pensar em nada melhor na hora). Ela então fez biquinho e começou a chorar (eu tinha esquecido que ela estava sentida....). Mais uma vez fomos alvo de olhares de reprovação.............. ai Jesus, é só a gente ser mãe que todo mundo aparece pra julgar!

Bom, Claudio não encontrou pirulito mas comprou um pacote de confete (que ela adora) e também um pão de queijo com suco de laranja. Depois que ela comeu, parece que colocou foi o dedo na tomada! Correu muito no aeroporto, Claudio e eu nos revezando pra ficar atrás dela (mais ele do que eu, diga-se de passagem). Fez um monte de presepada, tanta que o pai colocou ela de castigo........rsrsrsrsrsrsrs.....

Até que finalmente chegou a hora de embarcar pro último trecho da viagem. Só que o embarque foi na parte de baixo do terminal de Congonhas, o que significa pegar um ônibus primeiro e subir no avião de escadinha. Fazer isso com criança pequena e cheia de bagagem de mão não é nada agradável. Quando nós entramos no ônibus ele já estava lotado então ficamos em pé. O avião estava tão longe, mas tão longe, que eu já estava achando que a gente vinha pra Ribeirão Preto de ônibus mesmo.........

Depois que o avião decolou aí que a festa começou. Quem disse que a Julia ficava sentada? Foi só apagar os avisos de apertem os cintos que ela ficou em pé na poltrona. E cantando! O avião inteiro estava escutando, isso já mais de 10 da noite, tinha gente querendo dormir. Quando ela viu que começaram a passar o serviço de bordo, se animou toda: "oba! tem suco de laranja" e batia palmas! Já que não tinha o que fazer, resolvi incorporar a "Pollyana" e ver o lado bom da coisa: ainda bem que ela estava fazendo festa, pior seria se ela estivesse chorando! Ela só se sentou na hora do pouso e mesmo assim não foi na poltrona dela, ficou no colo do pai. Alguma aeromoça pra reclamar? Nenhuma! Elas sentiram o drama..........

Mas graças à Deus chegamos em paz! Só o caco, mas em paz! Agora estou só pensando na volta. Julia e eu, sem o Claudio pra me ajudar........... Deus me ajude!
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sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal na Minha Casinha Feliz!

O Natal na Minha Casinha Feliz foi ótimo!!!!!!!!!! Simples e descontraído como nós! Os donos da casa de shorts já dizem tudo, né? rsrsrsrsrsrsrsrsrs...



Família veio, teve muito beijo, muito abraço, muita risada! Crianças ansiosas pelos presentes! Momento de reflexão! De tudo um pouco! Não podia faltar o perú de Natal mas como já falei, eu só tive o trabalho de encomendar. Mas tudo estava gostoso!


A troca de presentes com as crianças foi uma delícia! Os olhinhos ansiosos pra saber o que íam ganhar me lembraram minha infância e especialmente o Natal de 83 (se não me engano) quando ganhei minha Barbie. Os natais na minha infância eram em Viçosa (MG) na casa da tia Elilce e tinham um sabor especial! Como éramos poucas pessoas (tia Elilce, tio Peter, Marcília, Margaret, James, mamãe, eu e Lu) todos sentávamos à mesa mesa super arrumada, chic que só! A árvore de Natal era sempre muito linda e ficava lotada de presentes! Boas lembranças!

O dia 25 foi dia de arrumar os brinquedos da Julia. Tirei 3 sacolas das grandonas de brinquedos pra doar. A mamãe sempre fazia isso com a gente e quero acostumar a Julia a repartir com os menos favorecidos também. Aliás, faz parte do espírito de Natal, né?
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!!!!!!!!!!!!

Cheirinho de Natal no ar! Tirando a correria da compra dos presentes (que foram super limitados....... rsrsrsrs) e da organização da festa, o resto é só paz!!!!!!!!!!

O Natal esse ano mais uma vez vai ser aqui em casa, graças à facilidade de encomendar a ceia toda! Antes o Claudio até fazia a ceia (já falei que ele se garante e eu sou um zero à esquerda na cozinha), mas agora ele não topa mais o trabalhão. E nem compensa, prefiro ser prática!

Julia está super ansiosa pela festa. Ela pega os pacotes de presente, coloca em cima da cama e diz: "mamãe, vamos só olhar?" Mas diz que o Papai Noel vai trazer um doce pra ela (isso porque o papai noel do shopping deu umas balinhas pra ela)................ ah, o bolso do pai agradece a inocência!

Mas apesar de eu já ter recebido meu presentão (minha sala nova), eu peço mais ,sim! Peço AMOR, SAÚDE, PAZ! Peço que o Menino Jesus traga logo o Claudio pra perto da gente! E peço um 2011 cheio de boas realizações, pra todos nós! 



FELIZ NATAL!!!!!!
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Tirei a sorte grande!

Tirei mesmo! Mega sena acumulada 1 milhão de vezes! Tô aqui trabalhando e sentindo o cheirinho gostoso de comidinha que vem da cozinha. Comidinha do marido!!!!!!!!!!!!!

Ele chegou e já fez toda a diferença. Já consertou a porta da frente que estava com a fechadura quebrada, foi ao supermercado com  a Julia (que por sinal foi uma lady, nada de ficar escolhendo o que comprar.....) e agora está fazendo nosso almoço (tadinho, se for esperar por mim ou morre de fome ou come congelado).

Além de ser um marido maravilhoso, ainda me enche de orgulho com o que faz e principalmente com o que é! E pra completar me alimenta! Corpo e alma! Obrigada, Deus, por esse presente divino que é meu amor!
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A escola e as amizades!

Hoje foi o último dia da temporada de férias do ano de 2010 na escola da Julia. As aulas terminaram em 24 de novembro mas como ela fica na escola período integral, ainda teve atividades até hoje. 

O ano de 2010 apesar de ter sido bem difícil pra gente, foi um ano "acadêmico" muito interessante pra Julia. Ela cursou o Infantil 2, aprendeu muitas coisas, fico boba de ver como ela se desenvolveu esse ano. E o crédito também é das professoras dela, Alê (da escolaridade) e Cris (do integral), que com muita paciência e carinho foram guiando os passinhos da Julia. Ela era das mais novinhas da turma, mas mesmo assim conseguiu acompanhar bem o ano letivo com o incentivo dessas duas pessoas maravilhosas. 

Hoje quando chegamos em casa, fiz com a Julia um "balanço" do que ela aprendeu esse ano. Foram muitas coisas! Ela começou o ano sem falar praticamente nada, mas rapidinho soltou a língua, aprendeu a contar, aprendeu as cores, as formas, as partes do corpo, o nome dos animais, dos instrumentos musicais e ficou muito, mas muito mesmo, independente......

Mas o que acho mais legal é observar como ela tem fortalecido as amizades! Ela simplesmente adora os coleguinhas. Não se esquece de nenhum. E tem alguns que ficam até a escola fechar brincando com ela no parquinho. É  uma farra! Hoje ficaram brincando o Arthur, o João e a Maria Clara, além da Julia, claro, que é sempre a última a sair da escola. Parecia que eles estavam entendendo que era o último dia, pois brincaram bastante, numa algazarra de fazer gosto. Era tanta gargalhada! Eles sabem ser felizes! Subiam e desciam rapidamente no escorregador, corriam, se abraçavam e  faziam "bolos" de areia! E na hora de irem embora, foi um festival de beijos, abraços e desejos de Feliz Natal! Lindos!

Espero que essas amizades continuem por muito tempo! E que quando forem adultos, tenham boas lembranças desse tempo. Eu tenho boas lembranças dos meus amigos de infância e eles tem um lugar bem especial no meu coração e nas minhas memórias. Gostaria que com a Julia também fosse assim!
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mãe não deveria adoecer..........

Todo mundo sabe que toda mãe detesta quando o filho fica doente, que sempre diz que prefere ficar doente do que ver seu filho doente. Eu também sou assim.............. 

Mas esses dias em que estive doente cheguei à conclusão que mãe também não deve ficar doente! Como é difícil cuidar de uma criança cheia de energia quando tudo que você quer é deitar e gemer........... Julia com toda a corda dentro de casa, cheia de energia pra gastar e eu tendo calafrios, cheia de dor no corpo e sem coragem nem pra respirar...

Esse foi um dos fins de semanas mais difíceis desse ano. Até disse pro Claudio que gostaria muito que ele estivesse aqui, só pra cuidar da Julia, já estaria de bom tamanho.....

Mas é impressionante como a gente tira forças de onde não tem pra cuidar desses pequenos! Antigamente, com uma virose dessas, eu teria passado o fim de semana inteiro debaixo dos lençóis. Mas tive que levar a Julia pra andar de motoca na rua e também fui na minha sogra pra ela brincar um pouco (aí eu me beneficiei, porque enquanto ela brincava com a avó e a tia, eu podia ficar gemendo no meu canto......rsrsrsrrs) 

No sábado à noite eu pensei que ía morrer (dêem um desconto, por favor!) e na segunda de manhã não me aguentava em pé............. mas consegui passar pelo fim de semana sem deixar a Julia completamente entediada! Como consegui? Só amor de mãe pra explicar!
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sábado, 11 de dezembro de 2010

Manhã de caos!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Gente, que manhã caótica! Eu acordei super mal, dor no corpo, nos olhos, sinusite...... vontade de ficar deitada o dia todo só gemendo. Mas, minha "patroinha" não me dá nem a chance.......rsrsrsrsrsrsrs....

E desde ontem que ela anda manhosa, chorona e eu não sei porque. Não sei se está cansada, se está com mais saudades do pai............... sei que desde ontem que eu aguento choramingo no meu ouvido.

E hoje de manhã foi cruel. Eu pedindo pra morrer de tanta dor no corpo e a Julia choramingando o tempo todo atrás de mim, por tudo e por nada! A sala está uma zorra, ela espalhou mil brinquedos. Aí pediu pra ir fazer xixi. Eu levei e na hora de tirar, ela choramingando sabe lá Deus porque, eu bati com redutor de assento no meu joelho machucado (pra quem não sabe levei uma queda segunda feira e tô com o joelho cortado, arranhado e um pouco inchado). Fui no céu e voltei e aí que ela chorou mesmo (toda vez que ela bate no meu joelho, eu sinto a dor e ela chora).



Na hora de dar o almoço dela, ela inventou que não queria a torta de frango que ela adora............. insisti muito mas não teve jeito. Terminei indo fazer chicken popcorn porque era o que ela queria. Eu só queria paz. Cedi. Fiz errado, mas poxa, sou humana, estava me sentindo super mal e uma criança com fome ao meu lado só iria piorar tudo!

Aí eu concluo que  ser mãe é mesmo uma vocação. E lamento muito por tantas crianças que não têm uma mãe vocacionada. Não é me gabando não. Eu erro muito, tenho muitas dúvidas, mas sei que tudo isso é tentando acertar (eu desliguei a função culpa nesse momento pra poder enxergar o que tenho feito de bom). Digo que ser mãe é vocação porque, apesar de todo o caos dessa manhã, não levantei a voz e muito menos a mão pra Julia. Vontade não faltou, mas o auto-controle foi mais forte! Orgulho de mim!
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4 coisas que todo filho gostaria que os pais soubessem

A revista Crescer trouxe um artigo muito interessante: "4 coisas que todo filho gostaria que os pais soubessem."

Em diversos momentos do dia a dia, o seu filho não vai verbalizar sutilezas que, além de ajudarem em seu desenvolvimento, também são prova do seu amor por ele. Confira algumas delas:

- Preste atenção em mim, e não apenas no que estou fazendo de errado.
Claro que você quer educá-lo da melhor forma possível, e o tempo todo está fazendo isso, mas divida o tempo que fica com ele para apenas... CURTI-LO! Não importa a quantidade de horas que você está ao lado dele (mesmo!), mas, sim, o que acontece durante esse período. Seja espontâneo. Se você não é do tipo que rola no chão, há diversas outras formas de você mostrar que se preocupa com ele, como um bom bate-papo, um jogo de videogame, um livro lido a dois. O que faz diferença é você estar inteiro naquela hora.

Ah, e é tão gostoso curtir minha pequena! Adoro! O momento do banho à noite é sagrado pra isso! Brincamos, cantamos, ela "implica" comigo e eu com ela............ é um barato! E nos fins de semana temos mais momentos pra isso. Adoro conversar com ela e entrar no mundinho de fantasia lindo para onde só ela sabe me levar! Outro dia ela disse que eu era a filha e ela era a mamãe, adorei! Hoje no meio da conversa ela olhou pra mim e disse: "mamãe, você é muito linda". Preciso dizer que me derreti???

Não me peça para ficar quieto quando estou com raiva, permita que eu fale o que estou sentindo.
É difícil mesmo ver como seu filho tão pequeno pode estar tão abalado com alguma situação de que não gostou. Mas explodir e não deixar a criança expressar o que está sentindo faz com que ela se sinta desamparada por perceber a ira dos pais. Assim, ele se vê obrigado a guardar aquele sentimento para não ver os pais bravos. Isso pode trazer problemas de comportamento no futuro ou, ainda, regressões em seu desenvolvimento, como voltar a sujar as calças quando já largou as fraldas. Ajude a criança a lidar com a raiva, por meio do diálogo e do seu amor.

Acho que aí é aquela história de validar sentimentos que já comentei. Não ignorar o que a criança está sentindo (raiva, frustração) mas conversar para que ela saiba lidar com esses sentimentos. Difícil? Muito! Nem nós adultos sabemos lidar sempre com nossos sentimentos...... mas vida de mãe não é fácil, né?

- Eu já sei que errei e estou arrependido. Não precisa ficar tão bravo comigo.
A ocasião mais complicada para dar uma punição em uma criança por mau comportamento é quando ela já está realmente arrependida do que fez. Se ela ficou triste com sua atitude errada, isso significa que sua consciência está viva e sadia. Além do que ela aprendeu errando. Ter essa consciência é o melhor impedimento para a repetição do erro. Ao perdoá-la, você ensinando-a a lidar com a culpa e aprendendo o sentimento de perdão. Nesses momentos a criança entende que você se preocupa com ela e o ama muito, independente do que possa acontecer. Isso é amor incondicional.  

Ah, isso me lembra minha mãe. Muito sábia. Quando eu tinha 12 anos, fiquei com nota baixa no boletim em Matemática. Foi a primeira vez que isso aconteceu na minha vida. Ela conversou comigo, me fez entender meu erro. Poderia ter me dado um castigo imenso que seria cancelar a viagem à Disney prometida para aquele ano e com a qual eu sonhava há muito tempo. Mas ela manteve a promessa e nós viajamos. O resto da minha vida escolar eu fui uma aluna exemplar. Inclusive, no terceiro ano, somente uns 10 alunos passaram "por média" e eu estava entre eles.

- Eu sei que você quer me proteger, mas eu posso tomar algumas decisões e ajudar em diversas coisas no dia a dia. Basta você me ensinar.
Aos poucos, você pode ajudar o seu filho a fazer as suas próprias escolhas em coisas simples, como escolher o tênis que quer usar, a escova de dentes do Batman ou do Buzz Lightyear. Toda vez que você deixa seu filho tomar uma decisão, ele sente que tem mais controle sobre sua vida, e é positivo. Ele vai passar a cooperar ainda mais para conseguir o controle que está constantemente procurando. Além disso, há muitas tarefas que a criança pode assumir, não só para ajudá-lo em casa, mas porque ele se sente importante em poder contribuir. Ele simplesmente precisa de você para lhe ensinar como fazê-las, seja na hora de arrumar a mesa, as gavetas, alimentar os animais de estimação.

A Julia já tem liberdade de fazer algumas escolhas sim. Coisas pequenas que não vão ter grande repercussão. Quando a decisão é mais importante, eu procuro conversar e mostrar meu ponto de vista, mas claro que tem as horas em que tenho que usar a imposição. Mas com carinho eu consigo fazer a imposição ser menos opressiva. Em relação a ajudar nas tarefas de casa, ela bem que tem vontade, mas ainda não dá, né? Mas sempre que vou ao supermercado ou ao banco e tenho que levá-la, primeiro pergunto se ela pode me ajudar, ela adora!
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dizer não à violência

Muito se fala hoje a respeito da violência e de como ela deve ser combatida na nossa sociedade. E tem que se falar e muito mesmo, pra ver se um dia todo o ideal se torna realidade. 

Mas a violência não deve ser vista apenas como algo "da sociedade" ou "das comunidades carentes". Temos que enxergar que muitas vezes ela está dentro das nossas casas e é justamente dentro de casa que ela tem que começar a ser combatida. Eu achava que isso não ía ser um problema muito grande aqui em casa, não temos costume de brigar, nos respeitamos, nos amamos e demonstramos esse amor. E de fato Julia é uma menina carinhosa e meiga, acredito que seja um reflexo do ambiente em que ela vive.

Mas, como a vida de mãe não é tão fácil assim, ontem eu  levei uma "bofetada". Depois da aula Julia sempre fica brincando com os amiguinhos. Ontem não foi diferente, mas em determinado momento, ela veio com um barquinho de plástico na mão e apontou para o pai de um coleguinha dela (que por sinal ela gosta muito, tanto do pai como do filho) e fez: "pou! pou! pou! pou!"

Isso mesmo, ela fez de conta que estava atirando nele, assim do nada. Na hora eu nem dei muita bola, encarei como "normal", coisa de criança. Mas depois que cheguei em casa, fiquei pensando naquilo. E comecei a me questionar em relação a como estou passando pra Julia a orientação sobre a não-violência.

Essa não foi a primeira vez que Julia brincou de "arma". Ela já brincou outras vezes com o primo. Mas sempre era dentro de um contexto. Hoje foi completamente inesperado, não tinha nenhuma outra criança brincando de arma, nem inventando um vilão ou um lobo mau. Eu já conversei com ela em outras oportunidades sobre isso. Já expliquei que não se mata ninguém, nem os bichos. E sempre reforço que bater não é legal e ela mesma vive repetindo que nos amiguinhos é pra dar abraço e beijo. 


Mas o que aconteceu ontem me deixou muito pensativa, muito mesmo. Como vou fazer pra alcançar melhor o entendimento dela? Tenho que achar uma forma de fazê-la entender que não se pode sair "matando". Ela não assiste muita tv e eu não gosto de deixar ela assistir nada que tenha violência, mas tem um filme do Mickey que ela adora, Os 3 Mosqueteiros, e ele mostra os personagens lutando de espada, acho que esse vou cortar (vou morrer de pena porque eu adoro as músicas desse filme......rsrsrrs). Penso também em cortar  todas as vezes que ela estiver brincando de espada ou qualquer outra "arma". Só que estou me sentindo um pouco perdida em relação a isso. Porque também não posso simplesmente criar um mundo de faz-de-conta em que não existe nada de violência. Ela tem que saber que violência existe, até pra saber se defender. Mas não pode ser a primeira a bater............ Ai, Jesus, como é difícil educar!
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Momento mãe coruja 2

Peguei meu babador e sentei aqui pra contar duas coisinhas de hoje à noite.

A primeira foi na hora do banho. Julia é cantora de banheiro (igual à mãe....rsrsrss) e a cantoria continua enquanto eu enxugo e arrumo a baixinha. Aí ela hoje cantou muitas músicas: cantou do lobo mau, do pirata, da borboletinha.  Aí eu disse: "Julia, canta uma música pra mamãe?"

Me derreti toda quando ela começou: "amo você /você me ama / somos uma família feliz / com um forte abraço e um beijo te direi / meu carinho é pra você." 

A segunda coisa que me fez espocar de orgulho foi na hora de dormir. Sempre que eu deito ela na cama, convido pra conversar com o Papai do Céu. Hoje, na hora em que ela deitou, antes que eu pudesse abrir minha boca, ela começou a rezar! Coisa mais linda desse mundo!!!!!!!!

Tenho ou não razão de usar um babador XGG????
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Criança adora desmentir a gente!

E a Julia é mestre nisso! Ela vive me desmentindo em tudo. É só eu ligar pro Claudio pra contar uma gracinha nova que ela pára o quê está fazendo. E se eu pegar a câmera então? Ela congela na hora!

Esse fim de semana ela estava olhando o caderno de atividades dela e a cada figura que passava ela cantava uma música. Cantou a música da Emília, do palhacinho, do peixe, da galinha.......... eu só babando com ela. Cantava e dançava!

Quando ela terminou de ver o caderno todo, eu perguntei se ela cantaria de novo pra eu filmar e mostrar pro papai. Ela disse que sim. Peguei a câmera toda satisfeita............. ela pegou o caderno, começou a passar as páginas e falar quem eram os personagens........... e quando eu perguntava como era a música ela dizia: "não sei!"
 
Eu posso????
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Natal de Luz

Marise mais uma vez me ligou com suas boas idéias de programa bom e barato pra fazer com as crianças! Amiga, você é show com suas idéias!

A proposta dessa vez foi ir à Praça do Ferreira assistir ao coral infantil do Natal de Luz. Topei na hora! Combinamos então pra quarta-feira. Eu estava ansiosa pra chegar o dia, mas me preocupava ter que ir de carro, porque o trânsito é muito ruim e estressante. Aí tive a brilhante idéia de ir de Top Bus.......... e a Marise topou na hora!

Julia ficou toda animada quando falei que nós íamos passear com a tia Marise, a Sarinha e o Fefê! Ela ama esse trio! O dia chegou e eu corri com o trabalho pra dar tempo, graças à Deus que deu, não poderia perder essa oportunidade.

A farra começou no ônibus (ou "ôbinus" como diz a Julia........rsrsrsrs). A maior parte do tempo fomos Julia, Sara e eu em duas poltronas. Digo a maior parte do tempo porque as meninas não paravam quietas! Julia chegou a cair......... pensam que ela chorou? Nada! Primeiro porque estava na farra, segundo porque quem levantou ela do chão foi o Fernando (desconfio que ela tem uma "paixão" platônica por ele) aí ela adorou!

Quando chegamos na praça, a primeira coisa que a Julia pediu foi "picoca". Como somos todos loucos por pipoca, cercamos o carrinho do pipoqueiro. Logo em seguida o coral iniciou a apresentação. Babei! Achei muito legal mesmo o programa. Adoro o clima de natal, adoro as músicas de natal.... Curtir aquilo ao ar livre com minha pequena foi maravilhoso!

A praça está muito bonita! Toda iluminada! Tinha muita família............. só se viam pais, mães, avós, netos...... um ambiente maravilhoso! Cantei muito pra ensinar à Julia, acenamos pro Papai Noel, batemos palmas, rimos  muito. E eu me emocionei também porque sempre me emociono com músicas de Natal.


Pra quem quiser um programa diferente, fica a dica! Todo dias às 18:00 na Praça do Ferreira. A apresentação dura aproximadamente meia hora. E ir de Top Bus é tudo de bom, porque a gente desce na praça, praticamente ao lado do Edifício Excelsior. Na hora que termina é só se virar e esperar o ônibus novamente. Mas pra dar tempo tem que pegar o que sai às 17:00 no Iguatemi! Já estou doida pra ir novamente, mas dessa vez quero levar minha mãe também!
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domingo, 28 de novembro de 2010

Orgulho da minha pequena falante!

Coruja, eu? Assumidíssima! Então vou falar mais um pouquinho da Julia.

Hoje foi um dia que me diverti muito com ela. Está conversando tudo! Vou contar alguns episódios.

Nós íamos sair e ela, já pronta, ficava me rondando enquanto eu me arrumava. Eu fico enlouquecida com isso. Imagina uma pessoa com calor, se arrumando apressada e tendo uma criança ao seu redor em quem se tropeça o tempo todo e que ainda tenta te trancar no closet???? Pois é...... é assim que eu costumo me arrumar! Aí teve uma hora que minha paciência foi pro beleléu e eu fui saindo do quarto e dizendo: "Julia, pelo amor de Deus, vai lá pra fora. Eu não posso nem me arrumar em paz!" Na mesma hora ela respondeu: "eu não sou rapaz, eu sou menina!" Preciso dizer que me desarmou completamente? Foi uma boa gargalhada!

No caminho liguei pra Naná, minha cunhada, pra saber se ela queria ir com o Artur encontrar com a gente pra tomar sorvete e as crianças brincarem. A Naná não podia ir porque tinha um compromisso. Quando eu desliguei o telefone, pra minha surpresa, começou o inquérito: "mamãe, com quem você falou?" Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.........eu mereço ter que dar satisfação pra "meio metro de gente"...... Aí fui explicar que tinha ligado pra tia dela mas que nem a tia e nem o primo poderiam ir encontrar com a gente. Ela não se deu por vencida: "e a tia Kika?" Eu  então perguntei: "você quer que eu ligue pra tia Kika pra ela ir com a gente?" Ela disse que sim e eu liguei e a madrinha, que faz só tudo o que ela quer, topou na hora! Eu achei ótimo porque além da companhia, a Julia se aproveitou da madrinha e me deu uma folguinha pra que eu pudesse dar um pouco de atenção pra mamãe (que foi com a gente também).

Mas a baixinha não parou por aí! Agora deu pra se meter nas minhas escolhas. Fala dos meus esmaltes, fala dos meus acessórios, das minhas roupas........... hoje, enquanto eu esperava a mamãe entrar no carro, fui trocar os óculos escuros pelos de grau porque não estava enxergando mais nada. Só escutei o grito: "não, mamãe!" Eu olhei pra trás e perguntei: "o que foi, Julia?" Ela disse: "deixa esse!" Não se conformava porque eu queria trocar os óculos. Eu posso???? Ainda tive que argumentar pra convencê-la.... ai Jesus!

Depois do sorvete ficamos um tempo curtindo a tia Kika. Julia cantou, dançou, brincou, tudo pra se exibir pra madrinha! Ah, também se maquiou porque a tia Kika sempre libera a maquiagem pra ela! Mas o pior é que quando ela está com as tias ou com a avó ela vira uma santa, nem parece a "abençoada" que tenho em casa. Eu conto algumas coisas e parece que eu estou mentindo. Mas hoje a Kika teve oportunidade de presenciar umas presepadas dela. Uma das mais recentes e frequentes é quando ela está fazendo coisa errada e eu chamo: "Julia!" naquele tom que todos os filhos entendem que estão encrencados. Ela olha pra mim com a cara mais sonsa do mundo e diz: "oi?" Onde ela aprendeu isso, meu Deus????

Mas ela não aprende só presepada não! Também está aprendendo com os exemplos! E eu fico toda orgulhosa!!!! Sempre que ela me oferece algo, se eu não quero, digo: "não, obrigada!" Hoje ela brincando com a Kika, a madrinha ofereceu pra ela "suco de laranja". Ela sem nem pestanejar disse: "não, obrigada!" Inchei!
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Momento mãe coruja

Como todos já sabem que sou coruja assumidíssima, me sinto muito à vontade pra falar e falar da Julia.

Sexta-feira foi a festinha de encerramento do ano letivo na escola. Eu amo essas festinhas porque vejo o quanto a Julia se desenvolveu e está desinibida. A primeira festinha que ela participou foi a de encerramento do ano letivo de 2008. Ela estava no berçário e tinha 6 meses de idade. Nossa, como eu chorei! Mas chorei de soluçar, paguei o maior king kong na festa. Nessa festinha já fiquei toda orgulhosa porque a Julia, que no palco estava no braço de uma berçarista, prestava atenção a tudo e olhava para o público. Claro que na minha imaginação de mãe coruja, eu pensava: "ela está entendendo tudo!"

Na festinha de encerramento do ano letivo de 2009 ela já estava uma "mocinha". Fez uma parte da coreografia mas se encantou com as pipas que as crianças da turma dela tinham nas mãos e aí não queria saber de mais nada. Mesmo assim eu fiquei na platéia babando, afinal estávamos no lucro pois muitos coleguinhas ou estavam chorando ou estavam parados no palco, sem ação.

 
Esse ano foi super legal, pena que não filmei (preciso providenciar uma filmadora urgente!). Ela prestou bastante atenção nas apresentações das outras turmas, batia palmas acompanhando as músicas, uma graça! Na apresentação da turminha dela, fez a coreografia com perfeição (para uma criança de 2 anos e meio, claro). Eu estava MEGA ORGULHOSA!!!!!!!! Mal conseguia me conter na cadeira! 

Ah, como é bom ver minha pequena crescendo, se desenvolvendo, desabrochando! Fico toda boba! Ela dança tão direitinho, acompanha a coreografia tão direitinho............. ano que vem vou colocá-la no ballet. Aí que vou babar mesmo!
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Violência urbana

Esses últimos acontecimentos no Rio têm me deixado triste e preocupada. Triste pois, como carioca que sou, fico com muita pena de ver minha cidade, tão linda e tão bem descrita como maravilhosa, se acabar numa guerra sem fim. Uma guerra que na verdade nem deveria existir.

E fico muito preocupada com o futuro que aguarda a Julia. Em que tipo de sociedade ela vai viver? Será que ela vai poder sair pra se divertir em paz? Fico pensando como serão minhas noites quando ela começar a ir pra balada............ acho que nunca mais na vida vou conseguir dormir em paz e meu sono tá mega atrasado já.......

E não adianta pensar que isso só acontece no Rio e que é um problema bem distante da gente, daquelas coisas que a gente só vê em noticiário. Não! A violência está na nossa porta. Fortaleza já foi uma cidade pacata, mas faz muito tempo que deixou de ser.

Penso que essa violência absurda que vemos é falta de Deus. Não estou aqui falando que as pessoas têm que viver dentro de uma igreja rezando e louvando a Deus o tempo todo, muito pelo contrário. Esses dias ouvi um grupo de jovens evangélicos conversando e um deles falou uma coisa muito interessante: "não precisa ficar 24h por dia louvando a Deus. Ele tem os anjos pra fazer isso. Mais importante é colocar em prática os ensinamentos Dele."

E acho que é justamente isso que falta: colocar em prática o "amai-vos uns aos outros". Basta isso e o mundo já seria muito diferente. Acho que se cada pai e se cada mãe tentar ensinar isso a seus filhos, desde pequenininhos, muita coisa poderá mudar. Eu vou tentar!
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Viver em comunidade...

Quem me conhece sabe que eu sou muito boazinha.............. até pisarem nos meus calos!

No dia-a-dia procuro ser paciente, gentil, sorrir para as pessoas. Não sou fã de fofocas, não gosto de hipocrisia. Também não gosto de viver dentro da casa de vizinhos. Pra mim, vizinho não tem que ser o melhor amigo, mas também não é pra ser inimigo. Acho que quem vive em comunidade tem que ter o mínimo de noção de que existe o outro, que tem seus direitos, seu espaço, suas necessidades e sua privacidade. E eu faço tudo pra sempre respeitar isso.

Mas hoje de manhã aconteceu uma coisa que me chateou muito. Eu estava saindo pra deixar a Julia na escola e um vizinho ía saindo no carro na minha frente. Pra sair do condomínio só tem 01 caminho. Ele ía na minha frente e de repente parou. Eu parei atrás. Ele não andava. Aí dei um toque de leve na buzina. Mas foi de leve mesmo até porque detesto buzina (a minha às vezes nem funciona e eu nem mando ajeitar). Ele não se mexeu. Esperei um pouco e buzinei de novo. Eu sei que ele não se mexia e eu comecei a buzinar com mais vontade. Ele nada! Aí saí do carro. Eu ía até ele, ía dar um bom dia e perguntar se precisava de ajuda. Juro que ainda ía tentar ser gentil, pra não ficar chato. Mas quando comecei a caminhar na direção dele, ele andou com o carro. Entrei no meu carro de novo e quando fomos chegando ao portão (que já estava aberto) ele parou de novo. Ficou falando com o porteiro. E eu atrás, buzinando. Dá pra crer que a criatura ainda parou pra falar com o porteiro???????????

Aí ele abriu a porta do carro e se virou como quem vai descer. Gente, meu sangue ferveu! Eu abri a porta também e disse (aí o tom de voz já estava áspero): "você pode tirar o carro da frente para eu passar?" Ele virou pra mim com cara de b.......... e disse: "meu carro está com problemas". Eu só disse assim pra ele: "então avisa, vc não está me vendo buzinar?"

Mas sinceramente, não acho que o carro estivesse com problemas, não ouvi barulho de carro sendo re-ligado. E outra, porque não liga o pisca-alerta? Já seria um indício. Na verdade acho que ele deveria ter descido e dito: "me desculpe, meu carro está com problema" mas esperar isso já seria demais, né? Até porque sinceramente acho que o carro não estava com problemas. Ele saiu do condomínio numa boa, só me irritando, no meio da rua pra eu não passar....... affffffffffffão, viu?

O pior mesmo de tudo isso é que se foi mentira não preciso nem comentar, né? Total falta de noção de convivência em comunidade. Se foi verdade, faltou delicadeza na convivência. Você está vendo uma pessoa querendo passar e você está no meio atrapalhando, mesmo sem intenção, custa dar uma satisfação???? É a questão de se considerar a existência do outro. Assim entendo eu..........
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sábado, 20 de novembro de 2010

A Independência!

Eu sei que hoje não é 7 de Setembro, mas vou falar de independência sim! Independência da Julia. A bichinha é arretada, não quer ajuda pra quase nada! Tudo ela diz: "não mamãe, só a Julia!" ou então: "deixa eu fazer sozinha!"

Agora me diz o que uma criança de 2 anos e meio pode fazer sozinha? Ela quer comer sozinha (faz a maior lambança, mas eu deixo), quer tomar banho sozinha, quer se vestir sozinha, quer escovar os dentes sozinha, quer cantar sozinha (acho que ela não gosta da minha voz.......rsrsrsrsrs), quer subir nos móveis sozinha, quer escolher roupa e sapato sozinha.......

Tem dias que ela sai com cada combinação............ outro dia foi pro shopping de bermuda, batinha e bota! Aí demos de cara com a Joana, coordenadora da escola. Foi de cara com ela e eu de cara no chão! De vergonha! Como é que a mãe arruma a filha tão marmotosa? Mas não fui eu, juro!

Pra tomar banho tem sido uma novela. Ela só quer lavar o cabelo sozinha, mas obviamente ela não tem coordenação motora e nem paciência (nessa idade a paciência pra certas coisas é curta demais!) pra lavar o cabelo BEM LAVADO sozinha. Mas também não me deixa ajudar. Eu tento negociar dizendo que eu faço em cima da cabeça e ela faz atrás e que depois a gente troca, mas confesso que não tenho conseguido muito êxito............. o que eu consigo esfregar a cabeça dela é meio "na marra" mesmo.........E escovar os dentes então tem sido um suplício, porque ela acha que pode só. Aí fico me lembrando de quantas mães eu chamei a atenção por deixarem os filhos escovarem os dentes sozinhos nessa idade........... elas diziam: "mas dra, ele não me deixa escovar, quer escovar só" e eu só respondia que nessa idade eles não tem capacidade pra fazer sozinhos e que elas tinham que escovar (mas isso com um tom de quase chamando a mãe de sem pulso com a criança). É..... quando o calo é na gente o sapato aperta..............

Entrar e sair de brinquedos e ambientes, subir em móveis (com minha total reprovação), abrir e fechar portas, ligar e desligar aparelhos eletrônicos e lâmpadas é com ela mesma. SOZINHA! Ai de mim se me meter a besta de querer ajudar. É capaz dela dizer: "sai, mulher!"............ ainda não consegui eliminar o "mulher" do vocabulário dela...... No dia do aniversário da Luna os monitores do buffet ficavam impressionados com independência dela. E como ela conseguia fazer a maioria das coisas a que se propunha. Tá, eu sou coruja, mas não estou exagerando, viu?

Hoje no shopping, pela primeira vez, deixei ela brincar no parquinho, aqueles fechados, carésimos (por isso que nunca tinha deixado.......ahahahaha). Pensa que ela olhou pra trás? Nem aí pra mim....... foi brincar. A monitora ficava ao lado dela o tempo todo pra ajudar............. ela nem aí pra moça............

Depois fomos ao supermercado. Sempre que estou com ela, pego os carrinhos que tem um "carro" pra criança "dirigir" pra ver se ela fica quieta. Mesmo que nada. Ela desce o tempo todo do carrinho pra escolher o que quer comprar, vai de shampoo do patinho a desinfetante. Quando olho meu carrinho está cheio.


E aí vem mais um dilema da minha vida de mãe: até que ponto devo deixar por conta dela, pra que ela aprenda realmente a ser indepente? E em coisas essenciais como higiene pessoal, como lidar com o "grito de independência" sem abrir mão do cuidados básicos com a saúde? Enquanto não encontro as respostas adequadas, vou usando meu instinto e não abro mão de certas coisas cruciais como a escovação noturna, as outras eu até deixo por conta dela. O cabelo eu vou na marra, como já disse e a roupa, se não for uma ocasião especial, passo vergonha mesmo. Em relação a abrir e fechar portas eu deixo, sempre chamando atenção sobre os cuidados com os dedinhos, mas juro que tem horas que queria um manual, que garantisse 100% de êxito na educação, mas aí perderia a graça, né? Ai, Jesus, como é difícil educar!
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Julia me levou pra festa

É.... tá crescendo mesmo! Julia ontem me levou pra festa. Era aniversário da Luna, amiguinha dela da escola. Foi a primeira festinha de amiguinhos fora da escola em que a turma toda foi convidada. E como a Julia curtiu! A felicidade dela de encontrar com os amiguinhos fora do ambiente escolar era contagiante.

Foi jóia! Eu me senti toda importante quando cheguei e fui me apresentando como a "Mãe da Julia" e todos os pais e mães sabiam quem era a Julia. Deixei minha timidez de lado e se não consegui conversar mais com os pais foi porque Julia me solicitava muito pra brincar (tá "mal" acostumada). Ela brincou muito, abraçou muito os amigos, correu, riu e não queria vir embora. Eu adorei ter mais contato com os amiguinhos dela e com os pais deles. Gostei principalmente de ver que muitos são bastante comprometidos em formar cidadãos de bem. E fiquei com muuuuuuuuuita vontade de fazer uma festa de aniversário pra Julia pra chamar todos os amiguinhos! Vamos sonhar, quem sabe, né?

Por enquanto fico com a foto de parte da turminha se encantando com as guloseimas da lembrancinha!


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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Validando sentimentos

Há um tempo atrás li que a gente não deve subestimar os sentimentos de uma criança. Tipo, se ela cai e chora, não adianta dizer que não foi nada, que não doeu. Se ela está com medo de fantasma, não adianta dizer que isso não existe. Esse tipo de atitude só prolonga o choro e faz a criança não sentir a segurança e proteção nos pais.

Comecei a testar isso com a Julia. Quando ela cai ou se machuca e chora, eu pego no colo, faço carinho e digo: "doeu, não foi?" O choro passa bem mais rápido, ela percebe que eu compartilho a dor dela, que entendo o que ela tá passando, se sente confortada. Quando ela quer, por exemplo, brincar até mais tarde e já está na hora de dormir porque no dia seguinte tem escola cedo e ela então ensaia uma birra, eu uso a mesma tática, digo que sei que ela quer brincar e explico o porquê não pode naquele momento. A minha negativa "desce" bem mais fácil.


Ontem mesmo usei essa tática. Passamos na padaria e ela queria pipoca a todo custo mas estava em falta. Aí começou o choro. Quando usei a tática ela parou de chorar e ouviu minha sugestão. Simples assim!

Tá certo que nem sempre é tão fácil e também nem sempre eu me lembro de usar a tática. Mas quando eu me lembro, facilita e muito minha vida!
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Fechar a boca e abrir os braços!!!!!!

Recebi esse texto por email da Naná, minha cunhada e achei muito bom. Resolvi compartilhar, é um pouco grande mas vale à pena!

Feche a boca e abra os braços

Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida. Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez.

Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema "Como pôde fazer isso conosco?" Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela. Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?

Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: "Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços."

Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula. Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia. Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços. Kim correu para eles dizendo:

– Desculpa... Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.

– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. - Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou.

Felizmente, ela me perdoou. O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.

Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação. Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, algumas vezes, ruidosa e unilateral.

Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis. É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação por trás dela quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto. Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, apesar de tudo. Dava para trabalharmos com "o que você acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foi que a gente veio parar aqui?"

Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..."

Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha. Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira. Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.

– Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.
É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços.

Diane C. Perrone
Histórias para aquecer o coração das mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
Editora Sextante 

Gostei muito do que li, me emocionei......... não sei se porque tive uma mãe que na maioria das vezes abria os braços e fechava a boca ou se porque tenho ciência que preciso aprender a fazer isso e que o aprendizado não vai ser fácil............... mas, como tudo na minha vida de mãe, a cada dia eu aprendo mais um pouquinho e vou me aperfeiçoando!
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Alimentos perigosos para crianças

A revista Crescer publicou uma lista elaborada pela Sociedade Brasileira de Pediatria sobre os 10 alimentos mais perigosos para crianças. Vale à pena dar uma olhada, afinal um pequeno descuido pode trazer um resultado desagradável. O perigo de muitos deles é o engasgo, que eu tenho horror (talvez porque eu tenha facilidade pra me engasgar).

1- Amendoim

O maior perigo não é comer, mas seu filho aspirar um amendoim. Mas existem outros riscos: se uma criança coloca muitos na boca de uma vez só, ou se come rápido demais, há mais chances dela engasgar com um amendoim que não foi mastigado direito. Do ponto de vista nutricional, esse é um grão com muita gordura saturada, que é mais difícil de eliminar do corpo e a responsável por problemas como, por exemplo, hipertensão – mas isso apenas em casos extremos. Ele também é o que mais causa alergia alimentar nos Estados Unidos. Quando você oferecer ao seu filho, sirva poucos - e de pouquinho.

Amendoim ainda não despertou o interesse da Julia, mas como nós gostamos muito e sempre tem nas reuniões aqui em casa, vou ficar de olho.

2- Azeitonas e caroços

Se você tem crianças em casa, prefira comprar azeitonas sem caroço. A possibilidade de elas morderem com força demais a azeitona e quebrarem ou lascarem um dente danificado existe sim. Isso sem falar no risco de engasgar. No caso de frutas com caroço, como a ameixa, é preferível servi-las já cortadas. Para as crianças que já comem bem sozinhas, uma boa recomendação para tomar cuidado deve ser o suficiente. 

Azeitona é outra que nunca despertou o interesse da Julia, mas vou começar a pensar em comprar sem caroço porque qualquer hora dessas ela coloca uma na boca.

3- Balas

Balas são uma verdadeira paixão entre as crianças. São coloridas, docinhas, e têm um monte de sabores deliciosos. Mas é bom ficar de olho nos pequenos para ter certeza de que não estão indo com muita vontade ao pote. Por serem feitas de açúcar, elas podem provocar cáries - principalmente as balas mastigáveis, que costumam grudar nos dentes. Além disso, morder uma bala dura pode até mesmo comprometer a integridade dos dentes - e garantir uma visita especial ao dentista.

Balas são uma paixão da Julia, da mamãe da Julia e do papai da Julia! Mas eu só deixo ela provar as mastigáveis. Também parto antes de dar na boca dela, pra não ficar muito grande. Ah, ela só come balas quando tem aniversário e vem na lembrancinha, e o pai e eu confiscamos a maioria antes que ela veja (tudo pelo bem dela.....rsrsrsrsrrs)

4- Bolachas e salgadinhos

Alimentos industrializados ricos em gordura, açúcar e sal trazem sérios riscos para as crianças, que podem sofrer com obesidade, hipertensão, colesterol ou triglicédides. Mais uma vez, a solução é não cometer exageros. Deixe a bolacha e o salgadinho para o fim de semana. 

Esse aí é um ítem difícil........... adoramos! Mas também só em fim de semana e olhe lá (essa regra é pra ela, porque enquanto ela está na escola eu confesso que às vezes caio em tentação)

5- Fígado e outras vísceras

O fígado é o órgão responsável por eliminar toxinas do corpo, daí a possibilidade de que ele tenha uma alta concentração de substâncias estranhas ao organismo da criança. A boa notícia é que a maior parte delas é termosensível, o que significa que, se o fígado for bem cozido, as chances de infecção alimentar são mínimas. Vale lembrar que essa é uma das carnes mais ricas em ferro, nutriente essencial para evitar a anemia (falta de células vermelhas no sangue). 

Nem me preocupo com esse ítem. ODEIO fígado, nunca comprei.

6- Mel

Não é só uma recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, mas também da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o mel não deve ser dado a crianças antes de um ano de idade. Segundo a SBP, é ainda melhor esticar esse prazo até os dois anos porque o mel pode estar contaminado com uma bactéria que causa o botulismo , doença que ataca o sistema nervoso e compromete o funcionamento dos músculos.

Nem me preocupo com esse ítem.(2) ODEIO mel, nunca comprei.

7- Ovo mal cozido

Quando for servir ovos em casa, garanta que eles estejam bem cozidos ou, se fritos, com a gema durinha. Cozinhar ou fritar bem os ovos afasta o perigo da contaminação por salmonela, doença que poder causar dores de barriga, diarreia e febre. No caso das crianças, que têm o sistema imunológico em formação, é até possível que haja algumas complicações e a necessidade de ir para o hospital. 

Adoro ovo! Com arroz e farofa então....... hummmmmmmm.......... mas Julia não gosta. Já tentei que ela comesse de todo jeito e ela não come. Nem farofa de ovos e é porque ela é louca por farofa.

8- Peixes com espinhos

Nesse caso, engasgar com os espinhos é a grande preocupação. Se seu filho já se alimenta bem sozinho, oriente-o a comer o peixe aos poucos, em pedaços pequenos, mastigando muito bem e sem pressa. Se ele for pequeno, é a sua atenção que deve ser redobrada. Tire todos os espinhos que você encontrar antes de servir. Também é importante conhecer bem a qualidade do local onde você compra peixe. Não custa lembrar que ele precisa aparecer na mesa da sua casa por, no mínimo, três vezes por semana. Afinal, os benefícios dele ao nosso organismo são muitos. Peixes são recomendados para evitar o colesterol, ajudam no desenvolvimento cerebral das crianças e ainda são fontes fartas de proteína, minerais e vitaminas.  

Esse é um ítem que merece muita atenção. Quando como peixe fico cheia de cuidados. E tenho muito medo de dar pra Julia e pra minha mãe também. Pavor de engasgo!

9- Pipoca

Doce, salgada, branquinha ou colorida, é difícil não gostar de uma pipoca quentinha – ainda mais se acompanhada de um filme muito legal. O grande problema está, na verdade, no risco de engasgar com uma delas. E nsine seu filho a comer devagar, em pequenas porções, e a mastigar bem cada bocado , lembrando que pipocas, no mundo ideal, elas só devem ser consumidas a partir de 4 anos. 

Hahahahahahah!!!!!!!! Pipoca só a partir de 4 anos é piada, né? Julia come desde 1 ano de idade a AMA. Por ela comeria todos os dias. Enche a boca! Mas fico de olho e já expliquei que não pode colocar os milhos que não estouram na boca. Graças à Deus nunca engasgou.

10- Refrigerantes

Além dos problemas mais conhecidos, como a obesidade e as cáries dentárias, os refrigerantes também trazem o risco de a criança desenvolver osteoporose quando mais velha. Os fosfatos presentes nas suas fórmulas aumentam a presença de fósforo no organismo, o que impede a absorção de cálcio, substância mais do que importante para a constituição dos ossos.

Esse é um sério candidato a ser um problema futuro. Claudio e eu adoramos coca-cola zero (só entra ela aqui em casa) e tomamos todo dia no almoço e às vezes no jantar. Mas por graça de Deus Julia não se interessa. Ela já provou coca-cola, guaraná e fanta uva (nenhum dado por mim) e fez careta....... até quando?

Não pretendo banir definitivamente nada disso da vida da Julia. São coisas gostosas. Mas Claudio e eu pretendemos nos educar para evitar esses ítens no dia-a-dia porque o exemplo é a melhor forma de ensiná-la. E o resto é ficar de olho em relação aos engasgos!
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domingo, 14 de novembro de 2010

Sabadão.......... diversão!!!!!!!!!!

Sábado, 5 da tarde, telefone toca. Marise fazendo um convite irresistível: "vamos à pracinha do Lago Jacarey?"

Claro que eu disse sim na hora! Julia e eu adoramos esse programa! Fomos Julia e eu, Marise e Sara e Adriana e Letícia. Essas 3 pequenas curtiram tanto! Brincaram no parque, na areia, no escorrega, no balanço....... comeram pipoca e pastel....... pintaram gesso........... correram, brincaram de boneca, se encantaram com bolinhas de sabão! Sábado é dia de ser criança!


E as 3 mamães também curtiram. Porque deu pra conversar, deu pra relaxar sentindo o ventinho bom no rosto, respirar outro ar. É bom sair de bermuda e rasteirinha, sem se preocupar com nada além da diversão.

Fazia tempo que eu não fazia um programa assim. Quero repetir outras vezes! E quero comer pastel de novo!


Deu vontade? É só curtir um programão em família na pracinha! Afinal, as coisas realmente boas e importantes na vida não custam caro!

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sábado, 13 de novembro de 2010

Julia e as palavras

Eu curto demais conversar com a Julia, principalmente quando ela está com a "língua solta". Adoro ver o jeito que ela se expressa, não só com palavras mas também com gestos, entonação e mímica facial. Fico impressionada com a velocidade com que ela adquire vocabulário.

Hoje a noite foi um desses dias em que ela estava com toda a corda pra falar. Conversou, cantou, "leu" dois livros pra mim, falou ao telefone com a Madrinha........ uma graça! Sou doida pra filmar a conversa dela, mas é só eu chegar com a câmera que ela se cala.......

Algumas coisas do "juliês" dela eu decorei. Por exemplo, ela ignora o R das palavras. Então pra ela as cores são "vede" e "vemelho" e a "pincesa" que ela mais gosta é a "Banca de Leve". Vez por outra também troca a posição das sílabas. A personagem do Maurício de Souza é a "Môkina", não sei como ela consegue falar, porque eu só falto dar um nó na língua. No dia do passeio da escola, ela foi de "ôbinus". Eu fico só rindo!

Engraçado mesmo é quando ela começa a contar uma história. Parece uma comadrezinha falando, articula bem as palavras e gesticula muuuuuuuuito. E ainda fica querendo que a gente confirme: "não é, mamãe?". Levei um susto grande a primeira vez que ela falou pra mim: "vem, mulher!" 

Essa eu cortei. Sei que vai ser impossível ela não usar essa expressão, eu também uso vez por outra, mas penso que ela deve usar com as amigas dela. Comigo não! Eu sou e sempre serei a MÃE dela e não uma mulher qualquer. Não sei se estou errada, se estou sendo radical, mas não me senti confortável com isso. Por mais que eu use a expressão, nunca me dirigi à minha mãe ou às minhas tias desse modo. Enfim, achei melhor cortar. Não é que eu queria manter um distanciamento da minha filha. Quero ser sim uma mãe sempre presente, em quem ela possa confiar, mas também quero deixar muito claro que sou a mãe e não uma amiga. E quero que ela saiba "dar a César o que é de César". Ai, Jesus, como é difícil educar!


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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Minhas unhas cresceram!!!!!

Estou aqui de volta. Desde sexta estou com uma crise de enxaqueca das brabas. Já tive tontura, já tive sensação que a cabeça ía explodir............ ainda não fiquei boa, mas como está suportável vim compartilhar que minhas unhas cresceram!!!!!!!!!!!!!

Eu nunca usei unhas grandes. Elas são naturalmente compridas e se eu deixasse elas crescerem, me atrapalhavam na profissão. Mas como agora só trabalho com auditoria, posso ter unhas compridas! Mas elas não cresciam.......... quebravam, descascavam, um horror. Quebravam no meio (sentido do comprimento) aí ficava dolorido toda vez que encostava em algo............. deve ser falta de vitamina, estou me alimentando muito mal  mesmo. 

Um dia estava no supermercado escolhendo um esmalte e vi a Nutribase Pró-Nivelamento da Colorama. Comprei no impulso, quando cheguei em casa até achei que fiz besteira mas como eu já tinha comprado, resolvi experimentar. Tem aproximadamente 1 mês que estou usando e minhas unhas não quebraram mais! Estão crescendo e só não estão maiores porque eu serro (tá, Sarah, eu lixo!). Estou sentindo que estão  mais durinhas, também não descascam e as unhas dos polegares que eram cheias de "lombadas" estão um pouco mais niveladas (mas isso pode ser somente impressão minha). 

 


A base é verdinha mas não interfere na cor do esmalte. Se minha câmera desse o foco legal de perto eu fotografava minhas unhas, mas como não dá, fica aí a imagem da base, pra quem se interessar!
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