sábado, 30 de outubro de 2010

Sexta em casa: super diversão!

Sexta-feira, Claudio em casa, fomos pegar a Julia na escola. Ela pra variar não queria vir, ficou brincando até o último minuto da hora da escola fechar e mostrava pra todo mundo o Papai dela!

Voltamos pra casa com a intenção de sairmos pra comer uma pizza. Mas Julia começou a brincar com o Claudio na rede da varanda e a preguiça de sair foi batendo. Na verdade acho que não foi nem preguiça, mas falta de coragem de interromper aquele momento tão gostoso. Estava uma brincadeira tão boa............. fiquei só observando a interação dos dois. Claudio, antes de ir pra Ribeirão, tinha medo que a Julia "esquecesse" dele, que estranhasse quando ele estivesse aqui.. Mas isso não aconteceu. Acho que por ele, mesmo distante, se fazer muito presente, falando com ela diariamente, muitas vezes cantando pra ela dormir pelo telefone.

Bom, depois que entramos e tomamos banho, nosso programa a três foi ver filmes da Julia deitados no tapete da sala, comer pizza (pedida pelo telefone) e brincar muito! Julia deu muita gargalhada, se jogou no meu colo e no colo do pai, rolou no chão, deu cambalhota, foi virada de cabeça pra baixo............ e fizemos também uma guerra de almofadas que por sinal ela adorou! Foi mais gostoso que qualquer outro programa que a gente tivesse feito. A gente se curtiu de um modo que fazia tempo que não se curtia porque quando o Claudio está aqui a gente sai muito pra passear. 

Passear é muito bom, mas acho que momentos assim é que fortalecem nossos laços, nossa intimidade, nossa cumplicidade. São momentos em que a gente sente o amor transbordando, em que a gente sente uma sensação maravilhosa de bem estar pelo simples fato de termos uns aos outros. São momentos que com certeza eu não esquecerei e que espero que fiquem gravados na mente da Julia pra sempre, para que quando ela se sentir sufocada pela vida (porque por mais que eu não queira, uma hora isso fatalmente vai acontecer) ela possa se lembrar de momentos assim, se lembrar que é amada e que tem com quem contar e em quem confiar.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Eu confesso, eu cedi..............

Lá vou eu falar em salão de beleza de novo! Mas é que fui fazer minhas unhas, me ajeitar pro maridão que estava chegando. Estava doida pra fazer de vermelho, estou numa super paixão por vermelhos e achando as cores clarinhas super sem graça.

Mas.................... tem a Julia, né? Todo dia ela me pede pra pintar as unhas, todo dia eu digo que as unhas dela já estão pintadas. Imaginem se eu chego com o  meu Santa Gula amado ou com um vermelho Luxo nas unhas???? Com certeza iria trazer o assunto pintar unhas à tona mais uma vez e provavelmente ela iria querer pintar de cor escura também. Tá, eu sei que eu poderia argumentar com ela que cor escura só é pra adultas......... mas ía me dar muuuuuuuito trabalho, até porque as amiguinhas dela usam cores escuras.

Como eu estou muito cansada pra ficar nessa batalha, acabei cedendo: fui de Condessa, pra ficar igual a ela! Tem uma vantagem: se lascar a pontinha eu ajeito em casa mesmo!

Saudades dos meus vermelhos....................
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Momento babação!!!!!!!!!!!!

Eu já falei aqui que sou super coruja. E sou mesmo, assumidísima!!! Então me dêem licença que eu estou com meu babador XXG pra contar o que Julia fez hoje!

Não foi nada demais, mas eu sou coruja, lembram????? Hoje de manhã, enquanto estava no trânsito pra deixar a Julia na escola, ela foi cantando o tempo todo. Eu fico só curtindo, adoro ver como ela tá se desenvolvendo, como tem uma memória boa pras letras, como ela está melhorando a cada dia a articulação das palavras! Ela cantou tão lindo! Foram várias músicas. E disse que ía cantar pro papai que chega amanhã!


E quando chegou da escola cantou pra mim:

"eu sou o lobo mau, lobo mau, lobo mau
eu pego a MAMÃE pra fazer mingau!
hoje estou contente, vai haver festança,
tenho um bom petisco pra encher a minha pança!"

Enquanto cantava fazia cara de lobo mau!!!!! Claro que eu fiz cara de Chapeuzinho Vermelho apavorada!!!!!
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Meu nome é Sylvia e eu grito com minha filha......


...... eu juro que me esforço, juro que procuro não gritar, mas tem horas em que não dá! Ela me testa e está mega desobediente..... faz o que eu acabei de pedir pra não fazer olhando pra mim! 

Tá certo, o tema é meio repetitivo, fiz um post sobre paciência há pouco tempo, mas é que esse é um tema recorrente na minha vida de mãe, fazer o quê????

Eu nunca bati na Julia e pretendo nunca bater. Não foi falta de vontade. Na hora do sangue quente a gente bem pensa numas palmadas. Mas não acho justo. Eu sou maior e minha mão é pesada e ela está apenas tentando encontrar o lugar dela no mundo, encontrar a identidade dela e o meio mais óbvio é me desafiar e me desobedecer, já que sou a “autoridade” mais presente na vida dela. Um dia ela me deixou tão exasperada, fazendo tanta “coisa errada” que eu, na hora do sangue quente, pra não dar uma palmada nela, dei em mim, na coxa. Doeu pra caramba e ficou a marca dos meus dedos um tempão. Não me sinto nem um pouco orgulhosa da minha atitude, muito pelo contrário, mas a dor me fez acordar: e se tivesse sido nela? Tenho que me controlar, sempre! Mas em relação ao grito, é sempre mais difícil manter o controle.

Há algum tempo a revista Época trouxe uma reportagem sobre a “pedagogia do grito”.

Na atual geração de pais, em que as palmadas foram banidas do repertório educativo, elevar a voz se transformou no recurso mais usado para impor disciplina. Em toda parte. “Trabalho com milhares de pais e posso dizer, com certeza, que o grito é a nova surra”, afirma a terapeuta de família americana Amy McCready, organizadora do Positive Parenting Solutions, que dá cursos e aconselhamento para pais. “A maioria se sente sem ferramentas para disciplinar seus filhos e acaba gritando. Depois se sente culpada e passa por um período de autocontrole, mas acaba apelando para os berros novamente, criando um padrão familiar.” 

É exatamente o que acontece comigo, me sinto super culpada, passo o dia mal. Aí começo a me controlar, mas dura pouco.

As educadoras americanas Devra Renner e Aviva Pflock, autoras do livro Mommy guilt (Culpa de mãe), fizeram uma pesquisa com 1.300 pais sobre o que os deixava mais culpados no dia a dia doméstico. Dois terços apontaram “gritar com as crianças” – mais que faltar ao trabalho ou esquecer uma reunião escolar. “Levantar a voz é a reação mais fácil e rápida, aquela que todos os pais cometem. E eu me incluo entre eles”, diz Aviva, mãe de três filhos com idade entre 8 e 17 anos. (...)

(...) Os críticos do grito paterno afirmam que ele assusta a criança sem ter efeito pedagógico. “Quando você grita com seu filho, ele não assimila suas palavras. Ouve o volume de sua voz e sente sua raiva”, diz Amy McCready. Segundo ela, a criança pode até obedecer na hora, mas não há efeitos de médio e longo prazos. “Não há aprendizado. Repare como no dia seguinte você provavelmente berrará as mesmas coisas”, diz. Logo, o grito paterno é mais um instrumento de correção ou apenas uma explosão emocional? “Nos dias de hoje, ele revela perda de controle”, diz Anne Lise Scapatticci, psicanalista infantil e doutora em saúde mental pela Escola Paulista de Medicina. Para ela, o diálogo é a melhor forma de educar, mas a criança precisa lidar com a ideia de que pais também ficam nervosos, irritados ou cansados.

“Mesmo pequena, ela é capaz de entender as emoções dos outros. Especialmente quando depois do grito existe uma boa conversa ou um pedido de desculpas.”(...)

Isso eu faço, peço desculpas a Julia sim, mas falo o que me irritou, o que estava errado no comportamento dela para que ela aprenda.

(...) O conceito de bom pai ou de boa mãe é construído pela cultura de cada lugar e cada período. E é flexível – desde que não coloque em risco a integridade física e mental das crianças. A terapeuta familiar Magdalena Ramos, mãe de duas filhas e avó de quatro netos, professora da Universidade Católica de São Paulo por 33 anos, lembra que as crianças são criaturas resistentes. Não é um par de gritos teatrais de uma mãe nervosa que vai traumatizá-las. O problema, diz a psicanalista argentina, é a repetição e a padronização do comportamento agressivo. “O grito tem de ser a exceção”, afirma. “Se ele se tornar a norma na relação entre pai e filho, se os pais estão sempre alterados, talvez seja hora de procurar ajuda profissional.” Magdalena diz que os pais modernos são estressados (porque trabalham demais, porque têm pouco tempo livre) e, consequentemente, na relação com as crianças alternam impaciência, gritos e culpa.

Muita culpa. Repreensões são ditadas menos pelo comportamento da criança que pelo estado de espírito dos adultos. Se os pais estão tranquilos (ou sentindo-se culpados), pode. Se eles estão nervosos, não pode. “Isso confunde as crianças”, diz a tarapeuta. “Estimula um comportamento de barganhar. E gritar.”

O.k., os pais precisam se acalmar. Eles também precisam conversar com os filhos, mesmo pequenos, e procurar ser claros sobre o que eles podem e não podem fazer. E manter-se firme. Mas, evitados a violência e os excessos verbais, observada a coerência, é preciso confiar em si mesmo e em sua capacidade de amar e educar. Um dos motivos pelos quais havia menos gritos domésticos no passado é que existia em casa uma autoridade segura de si e de seus procedimentos. Os pais de hoje perderam não apenas o direito moral de bater, falta-lhes também a convicção de quando punir com palavras. Sabem muito mais que seus pais e avós sabiam sobre educação de crianças, mas perderam a autoconfiança. E isso precisa ser recuperado. “A forma de ser pai ou mãe está, antes de tudo, ligada ao autoconhecimento e ao conhecimento do próprio filho”, diz a escritora nova-iorquina Amy Benfer.

Muito fácil falar, muito difícil fazer. Autoconfiança e autoconhecimento não são coisas que se compram na esquina. Antes mesmo da Julia nascer eu já me perguntava como iria encarar o desafio de educá-la. Como eu conseguiria manter a disciplina de forma coerente e amorosa. E depois de mais de dois anos no papel de mãe, só consegui concluir que é uma tarefa extremamente difícil, que todos os dias eu aprendo, que muitas vezes escorrego, mas que tudo serve para o meu crescimento e para o dela também. E todo dia eu tento não gritar, algumas vezes eu consigo!
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sábado, 23 de outubro de 2010

E por falar em salão de beleza....... (2)

Voltando ao assunto.............. Julia essa semana chegou da escola com as unhas pintadas de pink. Quase caio pra trás quando vi e paguei minha língua porque sempre achei horrível criança com esmalte escuro nas unhas. Mas quando vi já era, tive que engolir em seco pra não transformar isso numa coisa de outro mundo, senão aí que ela ía gostar da cor mesmo. Ela mostrava as unhas pra todo mundo, achando o máximo. Aí pensei no que fazer e resolvi que iria levá-la ao supermercado comigo pra ela escolher outra cor e poder trocar o esmalte.

Ela escolheu duas cores: Condessa e Flash Dance, ambas da Risqué. Condessa eu adoro! E quando chegou em casa ela escolheu pintar de Condessa (Graças à Deus!!!). Uma graça me dando a mãozinha pra pintar . E ainda dizia assim: "mamãe, quero pintar os pés!"

Depois das unhas pintadas ainda ficou bem paradinha com as mãos estiradas pra não borrar.......rsrsrsrsrs....... e me pediu pra coçar o nariz dela porque ela não podia!

Aí depois que pintei as unhas dela fui pintar as minhas. Resolvi experimentar a Flash Dance e DETESTEI! Esmalte cremoso demais, ruim de passar, não espalha direito, aí tem que passar com o pincel muito cheio. Na hora de limpar também é muito ruim, borra com facilidade e pra completar ainda ficou cheio de bolinhas (eu só consigo fazer as unhas com ventilador ligado!).

Tá certo que não sou nenhuma manicure profissional, mas faço minhas unhas até direitinho. Me dou super bem com meus vermelhos, mas esse Flash Dance................ não indico! Se forem optar, escolham o Condessa da Julia que é lindo, clarinho, bom de passar e não enche de bolinhas tão facilmente.




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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

E por falar em salão de beleza.......

Não é que a brincadeira do domingo surtiu efeito???? Terça feira passei na mamãe e a Julia achou uns esmaltes da Letícia e pediu pra pintar as unhas. Mas ela que pintou. As unhas e metade dos dedos! Ontem de manhã, enquanto eu arrumava a Julia pra escola, ela olhou pra mim e disse: "MAMÃE, QUERO MAQUIAGEM." Com todas as letras! Aí pensei: Claudio se lascouououououou (o eco é pra dar ênfase) porque tem uma filha super vaidosa, vai dar trabalho (ele vai pagar o que fez com as filhas alheias). Pra não gerar uma polêmica matinal, dei a ela um brilho da avon incolor com sabor tutti-frutti. Ela ficou se achando. Passou 1 milhão de vezes nos lábios. E assim que chegou na escola foi logo maquiando uma amiguinha também! Ai meus sais!

Já a mamãe da Julia adora maquiagem, mas só pra passear. Porque usar maquiagem no dia-a-dia nessa nossa terra quente é de lascar. Derrete tudo! Ainda bem que agora trabalho em casa e não preciso ficar me maquiando todo dia. É até engraçado porque no dia em que apareço maquiada na escola da Julia escuto mil comentários............rsrsrsrsrs....... E em se tratando de maquiagem, meu novo xodó é a Mascara SuperExtend da Avon. Tá certo que não ficam aqueles cílios gigantescos da propaganda, mas mesmo assim faz uma boa diferença. Mas a principal vantagem que eu achei é não precisar ficar separando os cílios com palito de dente!!!!!! A textura desse rímel é bem fina e os cílios não ficam embolados. A-D-O-R-E-I!!!!!
Abaixo as fotos pra vocês verem um olho com a superextend e outro sem. As fotos não ficaram muito boas, mas acho que dá pra notar a diferença. 


Eu fiquei com medo de não conseguir usar porque na propaganda diz que ela tem fibras que se interlaçam com os cílios. Eu tenho agonia de tudo que toca meu olho ou minhas pálpebras mas sinceramente, as fibras da SuperExtend não me incomodaram em nada. Super indicada!
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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Brincadeira de criança, como é bom!!!!!!


Final de semana todo em casa, mas nem por isso menos divertido. Brinquei muito com a Julia!!!!!!
 
No sábado, enquanto a Cosma fazia a faxina, eu montei uma casinha de bonecas pra ela na varanda. Brincamos muito, fizemos comidinha, lavamos louça, demos banho nas bonecas......
 
No domingo de manhã ela ainda brincou de casinha, enquanto eu trabalhava na casona! Ela “lavando” a louça dela e eu engomando roupa de verdade EM PLENO DOMINGO!!!

A noitinha é que a festa foi boa mesmo! Brincamos de salão de beleza!!!!!!! Sabe aquelas brincadeiras que depois que você inventa você tem medo de se arrepender???? Pois é, mas aí já era tarde demais........

Ela primeiro se maquiou. Depois ela  me maquiou. Aí penteou meus cabelos. Depois ela se enfeitou com um monte de colares meus e sempre dava uma olhadinha no espelho pra conferir o visual. Aí ela resolveu que deveria virar Patati e eu o Patatá (socorroooooooooooo!) e não me deixava mais tirar a maquiagem do rostinho dela. Só tomara que eu não esteja incentivando demais a vaidade dela, um pouquinho faz bem pra mulher mas não precisa virar perua!

 
No fim do dia não queria ir tomar banho, estava adorando a brincadeira!
 
Foi um final de semana muito gostoso, só nós duas, uma curtindo a outra. E ainda ganhei a coisa mais gostosa dessa vida: um super abraço dela!!!!!!!!!!!



Mas se alguém tiver uma dica de como tirar mancha de batom de tapete, eu agradeço.........
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domingo, 17 de outubro de 2010

Desfralde


Julia agora está na fase de dar adeus aos costumes de bebê e virar uma menininha. É a fase de dar adeus às chupetas, às fraldas, às mamadeiras.............

Chupeta eu só tenho coragem de tirar definitivamente ano que vem, quando Claudio voltar. Isso porque notei que depois que ele foi pra Ribeirão Preto ela ficou mais apegada à chupeta e passou a solicitá-la em situações que antes não pedia. E como já li diversas vezes que não se deve tentar tirar a chupeta quando a criança está passando por um momento de transição como chegada de um irmão ou ingresso na escola, conversei com Claudio e chegamos a esse acordo de não tirar agora, embora me parta o coração quando vejo ela brincando sem chupeta e com o posicionamento da língua errado......

Enfim, nada de tirar chupeta agora. Mamadeira também não. Ela só toma duas por dia, ao acordar e antes de dormir (mas escova os dentes depois!) e não vou tirar mamadeira antes de tirar chupeta.......... deixa a bichinha fazer a sucção dela, já não mamou no peito........

Mas as fraldas...................... tá bom de tirar, né? Ela está com exatos 2 anos e 5 meses. Super independente, esperta, inteligente (sorry, eu sou corujíssima) mas o problema sou eu! Confesso, eu não me esforço pra tirar as fraldas  dela! É que ando tão cansada, que só de pensar de ficar limpando o chão frequentemente já me dá uma preguiçaaaaaaaaaaaaaaaa. Na escola ela já está ficando sem a fralda boa parte do dia e vez por outra as fardas chegam “perfumadas” mas em casa dificilmente deixo só de calcinha. Hoje deixei, ela brincou muito e não fez xixi “nas calças”. Eba! Mas hoje até que rolava.......... a faxineira estava aqui...........

O fato é que ela já está preparada pra iniciar o desfralde. Tem as características de criança pronta. Ela sabe o que é xixi e cocô, sabe que se faz no banheiro, tem o troninho dela, sabe pra que serve o papel higiênico, tira a roupa sozinha, quando eu vou ao banheiro gosta de me acompanhar pra me observar e muitas vezes senta no troninho mesmo que não queira fazer, só pra me imitar. Também consegue seguir as instruções que dou e até naquela história de subir e descer escada sem ajuda ela se encaixa (só não entendi o que isso tem a ver com controle de xixi e cocô). 

Então, como o problema agora é comigo e não com ela, acho que vou fazer um trato comigo mesma: quando conseguir desfraldá-la vou usar o dinheiro de 1 mês de fraldas exclusivamente pra mim! Ou seria melhor usar o equivalente a 6 meses de fralda????
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terça-feira, 12 de outubro de 2010

"Espero que o tempo voe pra que eu possa te beijar e te abraçar de novo!"

Feriadão bom demais!!!!!!! Claudio em casa, curtimos, passeamos, brincamos.............. hoje à noite fui deixá-lo no aeroporto com a Julia, achando que seria mais fácil que das outras vezes por estarmos "acostumados" e também porque em duas semanas ele volta para o feriadão de finados. Mas que nada! Sempre é muito difícil.......... Julia saiu do aeroporto choramingando que queria o papai e por mais que eu explicasse ela não aceitava. Eu entrei no carro e as lágrimas começaram a rolar.......... é uma saudade enorme........

Enquanto as lágrimas desciam e eu disfarçava pra Julia não perceber, fiquei pensando porque a vida da gente tem que ser tão difícil. Porque a gente tem que passar por isso....... mas aí comecei a pensar também em muitas pessoas que tem a vida mais difícil que a nossa.Tanta gente que não tem saúde ou que está com um filho doente, tanta família que não tem paz, não tem união, tanta gente passando por provações muito mais difíceis como um filho nas drogas, gente passando fome, gente enfrentando guerra........... Isso me consolou, não fez a saudades passar mas fez ficar suportável.

Acho que é assim mesmo que a gente deve encarar os obstáculos da vida, não se deixar abater pela primeira dificuldade, mas ir aos poucos contornando e quando a gente se sentir sufocado, pensar que todo mundo, mas todo mundo mesmo, tem problemas e que muitos são mil vezes piores que os nossos. Se me perguntarem como foi esse ano, eu digo que sinceramente não sei. Parece que a vida ficou em "stand by" e fui passando um dia de cada vez.. Claro que a ansiedade e a saudade tomaram conta de mim, é bem visível que elegi a comida como minha válvula de escape (e ano que vem vou ter que emagrecer muuuuuuito), mas me considero vitoriosa em ter conseguido chegar até aqui. Eu tinha muito medo de não aguentar, muito mesmo. Mas está quase no fim dessa jornada e eu estou conseguindo e Claudio também está conseguindo. Dele é que tenho muito orgulho mesmo pois está longe de toda a família, tendo uma rotina super puxada e vivendo sem nenhuma conforto.

Mas o ano está acabando!!!!!!!!!!!!!! E em duas semanas ele estará aqui conosco novamente, vem para o feriado de finados. E em 16 semanas vai estar de volta definitivamente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Oba!!!!!!!!!!!!! Agora é contagem regressiva!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E então nossa família vai ficar junta novamente, pra sempre!!!!
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domingo, 10 de outubro de 2010

Viva!!!!!! 6 anos de conquistas, alegrias e felicidade!!!!!


Ontem, 09 de outubro, acordamos em festa! Completamos 6 anos de casados!!!!!!!!!!!!!!!!!

São 6 anos de felicidade, conquistas, alegrias, descobertas............... claro que tivemos momentos não tão bons, momentos difíceis, afinal essa é a vida real. Mas quero recordar apenas os bons momentos. No dia do nosso casamento foi uma emoção muito grande, a igreja estava linda, tudo estava perfeito. Casamos de manhã, fazia um sol bonito que entrava pelos vitrais da igreja. Foi tudo lindo!




Gosto de lembrar cada detalhe daquele dia, mas tem um que realmente não me lembro: Claudio diz que eu não jurei fidelidade............rsrsrsrsrssrs. O fato é que nós decoramos nossos votos, não foi aquele negócio do padre “soprando” pra gente. E eu me emocionei muito na hora, tive que fazer uma pausa e foi bem na hora da fidelidade. Só que, segundo ele, quando consegui me recompor, eu pulei direto pra fala seguinte.......rsrsrsrsrs. Se é verdade ou não, eu não sei e nem vou saber, pois não filmamos nosso casamento.


Mas, apesar de supostamente eu não ter jurado fidelidade, estamos vencendo muitas batalhas todo dia e a principal delas é permanecermos casados, coisa rara hoje em dia. Tanta gente que se separa com 1 ou 2 anos de casados... Todo dia peço à Deus pra continuar abençoando e fortalecendo nossa união que é tão bonita. E o engraçado é que Claudio tinha tudo pra não casar, ele mesmo achava que não se casaria. Adorava a vida dele de solteiro, adorava as farras dele e era conhecido por ser um “arrastão”. E pior que eu conhecia a fama dele antes mesmo de conhecê-lo. E pensava que ele jamais me interessaria. Além disso ele fumava e eu simplesmente nem paquerava com quem fumava (tá certo que ele me enrolou e demorou um pouco pra entregar o jogo do cigarro..........rsrsrsrs).


Mas o destino nos pregou uma peça, uma maravilhosa peça. Quando eu o vi me interessei na mesma hora. Não conseguia tirá-lo da cabeça e nossas amigas em comum se encarregaram de facilitar um pouco a aproximação. Então, no dia do baile de formatura do meu irmão e da irmã dele, que não só eram colegas de turma mas também muito amigos, nós começamos a namorar. E ele que nunca tinha pensado em se casar, noivou comigo no dia em que completamos 1 ano de namoro e exatamente 1 ano após o noivado casamos no civil e menos de 3 meses depois casamos na igreja.


E aqui estamos nós, nos amando e aprendendo a cada dia a conviver melhor com o outro. Mas acho que o segredo é a tolerância e a cumplicidade mútuas. Antes de tudo somos amigos e estamos um para o outro para o que der e vier, nos momentos bons e nos momentos ruins. Meu desejo é que possamos estar assim sempre. E que daqui há muito anos, quando formos bem velhinhos, possamos nos sentar e passar a tarde recordando todos os bons momentos vividos juntos.


Claudio te amo sempre!


Ah, não poderia deixar de escutar mais uma vez "nossa música": Wonderful Tonight - Eric Clapton

http://www.youtube.com/watch?v=vUSzL2leaFM&ob=av3n

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Consumismo Infantil


O dia das crianças está chegando e um assunto vem martelando na minha cabeça: consumismo. Esse é mais um dia criado pelo comércio para nos fazer gastar o que não temos em algo que não precisamos e por uma razão inexistente. Tá certo que é muito bom dar e ganhar presente. E nada no mundo paga a carinha de felicidade de um filho quando ganha o brinquedo tão esperado. Mas saber o limite entre satisfazer uma criança de forma responsável e estimular o consumismo desenfreado me parece uma das árduas tarefas da maternidade/paternidade.

E essa é uma questão que já vem me preocupando há alguns meses, quando comecei a observar o interesse da Julia pelas propagandas de brinquedo no Discovery Kids. Ela assiste pouca TV para os padrões de crianças brasileiras, até porque passa o dia na escola. Mas mesmo assim o interesse dela já foi despertado. Dia desses ela estava agarrada na mamadeira tomando o leitinho dela e parou pra cantar a música da propaganda! Sim, com 2 anos e 4 meses ela já conseguiu decorar música de propaganda!!!

Pesquisando um pouco sobre o assunto, vi no site do Instituto Alana (www.alana.org.br) a seguinte informação:  
“as crianças brasileiras influenciam 80% das decisões de compra de uma família (TNS/InterScience, outubro de 2003). Carros, roupas, alimentos, eletrodomésticos, quase tudo dentro de casa tem por trás o palpite de uma criança, salvo decisões relacionadas a planos de seguro, combustível e produtos de limpeza.”  

Gente! O que é isso???? Como diz a propaganda, “80% faz muita diferença!” Se eu já estava preocupada, fiquei ainda mais! Porque ninguém nasce consumista e sim se torna consumista. Isso é hábito. E os hábitos se formam com as experiências de vida de cada um. Trocando em miúdos, vou ter que ser muuuuuuuuuuuito firme pra não criar uma criança que valorize mais o ter que o ser (com o perdão do clichê). 

Ainda no site do Instituto Alana, outra informação me chamou atenção: “A TNS, instituto de pesquisa que atua em mais de 70 países, divulgou dados em setembro de 2007 que evidenciaram outros fatores que influenciam as crianças brasileiras nas práticas de consumo. Elas sentem-se mais atraídas por produtos e serviços que sejam associados a personagens famosos, brindes, jogos e embalagens chamativas. A opinião dos amigos também foi identificada como uma forte influência.”  

De volta à minha realidade, semana passada tive uma grande “negociação” matinal com a Julia sobre a escolha da calcinha que ela ía usar pra ir à escola. Isso mesmo, a calcinha! Eu peguei uma que tinha a Cinderela, a Bela e a Aurora mas ela queria a da Branca de Neve que é a “princesa” predileta dela. Mesmo eu mostrando as outras princesas e dizendo que a calcinha da Branca de Neve estava suja não houve jeito. Consegui resolver o impasse quando sugeri a calcinha da Barbie, outra grande paixão dela (por sinal perguntamos o que ela queria de dia das crianças e ela respondeu: a Barbie).  Meu Deus, será que estou criando uma monstrinha do consumo?????? E é porque ela ainda não chegou na fase de se importar com a opinião dos amigos. 

E agora? Quem poderá me defender???? No site da Unimed (www.unimed.com.br) encontrei umas dicas interessantes sobre como lidar com essa situação:


Não dê tudo que seu filho pede.
Diga a verdade sobre suas condições financeiras; é importante que as crianças saibam os limites dos pais.
Ajude-o a descobrir o significado das celebrações e explique que elas vão além da prática comercial e da troca de presentes.
Estimule a doação de algum brinquedo antigo quando ele pedir um novo.
Analise a utilidade do produto pedido.
Incentive o hábito de leitura e de jogos diversos que estimulem a criatividade.
Além dessas atitudes, avalie sua própria vulnerabilidade ao consumismo e verifique se a tendênciaa de enxergar os produtos como forma de gratificação está inserida nos hábitos da família e tente evitá-la. Lembre-se de que as crianças costumam imitar ações e falas dos adultos.

Resumo da ópera: está na hora de rever nossos hábitos e conceitos para tentar tornar a Julia uma criança consciente na medida do entendimento dela. Vamos mudar para educar através de exemplos. É, ninguem disse que ía ser fácil............. E viva a maternidade!


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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Quarta-feira de primeira!!!!!!!!!!!!!

Nossa! Que quarta-feira boaaaaa!

O dia começou e eu já fui pro salão "virar mulherzinha". Fiz uma bela hidratação, meus cabelos estavam precisados. E fiz também as unhas. Nada como um vermelho Luxo pra levantar o astral!!!!!!!!

À noite foi a vez de encontrar amigas muito queridas. Fomos a uma pizzaria muito bacana chamada Villa Rios. Diz uma amiga minha que ela já existe há dois anos mas, como eu só vivo na minha "beira-mato", ainda não conhecia. O lugar é muito simpático, a decoração tem vários ítens que é melhor a gente fazer cara de espanto como se nunca tivesse visto na vida pra não entregar a idade e o "cenário" é de uma cidade, com direito a prefeitura e delegacia!


Bom, o local é muito legal, a pizza deliciosa mas, as companhias............. ah! as companhias!!!!!!!!!! Como é bom ter amigos! Amigos pra sair, fofocar, jogar conversa fora, dividir uma pizza! As meninas que foram hoje são mais que especiais! Nilda, Marise e Debby! Trabalhamos juntas, então já foram muitas lágrimas e risos, muitas tensões e brincadeiras, farturas de momentos prá lá de bons! E Marise tem um casal de filhos encantadores, Julia é doida por eles. Foi uma noite daquelas pra quebrar a rotina em grande estilo! Pra rir, pra descontrair, pra lembrar o passado. E sonhar com o futuro! Saímos de lá com o compromisso de fazer isso mais vezes! Nós merecemos!

Da esquerda pra direita: eu, Debby, Nilda e Marise. Ah, as crianças estavam presentes (eu só ando com a minha a tiracolo......rsrsrsrs) mas não saíram na foto porque já estavam morrendo de sono.........
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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Segurança em parquinhos


Ai gente, ultimamente tem saído tanta notícia de acidentes em parque de diversões, né? Até criança morrendo................... Particularmente comigo, um acidente desses dificilmente aconteceria, por um motivo muitos  simples: eu morro de MEDO! Tenho pavor de brinquedo que roda, que desce de forma abrupta, que  choacalha, que vira de cabeça pra baixo.............. Não entro numa roubada dessas nem a pau!

Mas esse é um assunto que muito me interessa porque eu fiquei com o medo todinho e não sobrou nada pra Julia! Ela não tem medo de nada, adora desafios! Sobe em tudo, desce nos escorregadores de barriga, de bico, pula quando está em cima dos brinquedos......... e eu fico só de olho....... porque também não posso impedir, ela tem que se desenvolver, tem que superar desafios, tem que ser independente. E também tem que aprender com seus próprios erros.  Um dia desses ela desceu no escorregador mais alto da escola e não quis que eu segurasse na mão dela. Caiu de boca na areia...............rsrsrsrsr........ foi engraçado! Ela não se machucou, nem chorou, graças à Deus, mas poderia ter se machucado sim. Comeu um bocado de areia, mas é vitamina S, faz parte!

Lendo um pouquinho sobre o assunto, encontrei o seguinte:

Local de diversão e desenvolvimento das crianças, os parquinhos têm feito cada vez mais vítimas. 

Levantamento do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo indica que, em cinco anos, o número de atendimentos por traumas leves em crianças entre 0 e 5 anos aumentou 65%.

O setor de brinquedos de parquinhos e bufês não possui uma normatização de qualidade. Existem apenas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas para fabricantes de brinquedos para playgrounds, mas não são obrigatórias. Elas abrangem equipamentos fixos como o balanço

Como não há normas obrigatórias para os brinquedos de parquinhos, especialistas em segurança das crianças afirmam que o principal fator para evitar acidentes leves é a supervisão de pais ou responsáveis. 

Fiquei passada ao saber que não existe normatização obrigatória para esses brinquedos. Eu fico de olho na Julia (mas é de olho, não segurando o tempo todo pois acho que ela  precisa de liberdade) e sei que mesmo assim não posso controlar tudo. Mas eu pensava que os brinquedos tinham normatização.......... agora minha preocupação vai aumentar ainda mais......

E todo mundo sabe que criança cega a gente. Outro dia fui ao Beach Park com a Julia e ela estava brincando no navio pirata. Ela subia e eu ficava embaixo, esperando ela descer pra segurá-la quando ela caísse na água. Mas de repente eu não vi mais a Julia lá em cima do brinquedo. Subi rápido com uma agilidade que eu não tenho. Quando cheguei lá em cima vi que ela tinha descido pelo outro lado, já estava na piscina (água no bumbum dela) andando pra outro brinquedo pra subir. Pense na minha agilidade pra descer pela escada de cordinha do pirata e ir atrás dela! Nesse caso tudo terminou bem mas poderia não ter terminado..... não gosto nem de pensar..........

No site a ONG Criança Segura (www.criancasegura.org.br),  encontrei algumas dicas de segurança pra crianças em parquinhos:

Conheça os parquinhos , onde as crianças brincam. Procure equipamentos apropriados para a idade das crianças e verifique se os equipamentos estão enferrujados, quebrados ou contêm superfícies perigosas. Denuncie qualquer problema à escola ou ao órgão responsável.
O parquinho dever ser instalado em piso que absorva impacto, como um gramado, um piso emborrachado ou areia fina. Jamais deve ser instalado em piso de concreto ou pedra.
Tire o capuz e o cachecol de todas as crianças para evitar perigos de estrangulamento nos parquinhos. (esse problema a gente não tem aqui no Ceará.........rsrsrsrsrs).
Ensine à criança as regras de comportamento nos parquinhos, como não empurrar, não dar encontrões e nem se amontoar. Mostre quais são os equipamentos apropriados para a faixa etária dela.
Saiba mais 
Crianças menores que brincam em equipamentos destinados a crianças mais velhas têm mais chances de sofrer algum tipo de acidente. Elas devem estar sob constante supervisão de adultos durante a brincadeira no parquinho.
As quedas, lesões de grande ocorrência nos parquinhos, representam a principal causa de hospitalização por acidente com crianças de 1 a 14 anos no Brasil.

 
É, realmente a supervisão das crianças é o principal fator de prevenção de acidentes. Porque pela supervisão passa também a observação do local onde as crianças estão brincando. Às vezes a gente se distrai com celular ou conversando com alguém, mas temos que ter em mente que a prioridade é a criança. E chorar o leite derramado depois é pior.

Essa foto é só pra vocês verem como a Julia gosta de descer nos escorregadores. Ela levou uma chamada do monitor..........rsrsrsrs.......... e eu também (abafa o caso!). Mas as fotos não mostram nem a metade do que ela apronta........... e a mãe que fique de olho!!!!

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Paciência............ paciência.............. paciência.............

Ai, tô muito sem paciência! Irritadiça mesmo! Odeio ficar assim mas quando eu vejo já foi...............

E a Julia tá terrivelmente manhosa....... e me testando a toda hora....... aí eu brigo com ela e lá vem o bico........ coça os olhinhos e chora................ mesmo que me matar esse choro de quem está magoada! Eu tento não perder a calma porque vê-la chorar me parte o coração e além disso ela não tem nada a ver com meu stress............. mas tem horas que não dá. Hoje de manhã o cabelo dela estava só o nó porque ela não me deixou pentear ontem a noite depois do banho. Aí foi um trabalhão pra desembaraçar e ela só se mexendo e derrubando a chupeta e querendo pegar as coisas do chão...... aiiiiiiiiiiiiiiiii.............. pior que briguei com ela pra ela ficar quieta e passei o resto do dia me sentindo péssima. No carro, a caminho da escola, ela ía super calada............. bem feito pra mim!

Eu tento mentalizar que ela só tem dois anos............ eu que tenho alguns (poucos) a mais é que tenho que ser racional e conduzir tudo com tranquilidade. Fico repetindo pra mim mesma paciência, paciência, paciência! Mas o nhém, nhém, nhém tem horas que me tira do sério!

Agora à noite consegui não brigar. Ela veio da escola querendo sorvete e o nosso combinado é que sorvete é só às sextas-feiras. Foi choro sem lágrima da Ypioca até o anel viário! Eu resolvi que o melhor era ficar calada. Só falei pra ela que quando ela parasse de chorar a gente conversaria. Ela parou de chorar quando percebeu que não estava dando trela e quando paramos na padaria não pediu sorvete....... batalha vencida!

Mas nem sempre dá pra ignorar. E muitas vezes eu estou ocupada e ela começa a me chamar por nada......... mãe! mãe! mãe! Às vezes não é nada, às vezes é pra eu brincar com ela........ e quando eu estou ocupada fico doidinha com isso. Quando eu estou trabalhando então............

Aí li um dia desses que esse "chamamento" da criança é normal. Que faz parte do desenvolvimento e que não deve ser tolhido.................

do livro "Cuidado, afeto e limites - uma combinação possível"(Capelatto e Martins Filho)
 
A criança vive solicitando a mãe por meio de um apelo às vezes verbal, às vezes corpóreo: ela se machuca, "faz" febre sem causa aparente... quando adolescentes ou quando adultos, não importa a idade, sempre estamos fazendo pedidos. Então, quanto mais saudável é a criança, mais pedidos ela faz dentro de casa. E aí é assim: "Mãe, mãe, mãe" (...)

O que é uma criança saudável? É uma criança que solicita muito, que enche a mãe de pedidos. A mãe, então, começa a se irritar porque não tem sossego. Ela não tem nem o saber, nem a intuição de que esses pedidos, que realmente a irritam, são formas fundamentais de construção da identidade do filho. (...)

Quando a mãe vai ao consultório, chega pensando que tal comportamento é ruim. No momento em que ouve que aquilo é, na verdade, sinal de saúde, entra em desespero, porque é ela que tem que atender a esses pedidos. Por vezes a mãe trabalha e tem que enfrentar situações constrangedoras -- o telefone toca no meio de uma reunião e a criança dispara a falar. Que transtorno! A mãe está trabalhando e considera isso uma invasão de sua privacidade. Mas não é, afinal ela é a mãe. O papel que ela exerce como médica ou como advogada não interessa ao filho. Ele não tem isso na cabeça, ele quer a mãe, só quer ouvir sua voz: "ta bom, filho". Às vezes liga só para contar: "Mãe, eu já tomei o leite". E ela pensa: "Que loucura, ele me liga para isso!". Essa irritabilidade da mãe, sentindo-se invadida por um filho saudável, pode fazer com que ela iniba essa atitude sadia e o transforme num filho doente. E como ela pode fazer isso? Atendendo com condescendência ou indiferença: "ah, tá bom. Estou ocupada agora". Essa indiferença faz com que os pedidos diminuam ou passem a ser feitos a outra pessoa. Se for uma pessoa saudável, tudo bem. Caso contrário...



E agora?????? PACIÊNCIA......... PACIÊNCIA............ PACIÊNCIA...........  e haja terapia pra me redimir da culpa quando eu, muito humana que sou e nada perfeita, não conseguir ter paciência!
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sábado, 2 de outubro de 2010

Eleições 2010 - Vote consciente!




Amanhã é dia de eleições. Todo mundo fazendo campanha sobre o voto consciente!
Consciente de quê mesmo???? De que vamos mais uma vez eleger a mesma corja que está aí roubando há tanto tempo? Consciência de que infelizmente não temos muitas opções melhores e que as poucas existentes não tem poder de fogo ($$$$$$$$$) pra batalha das urnas?

Juro que até agora não estou com meu voto para todos os cargos definidos. E alguns dos já definidos são por pura falta de opção mesmo! É muito bom e muito importante exercer a cidadania, mas fica difícil escolher o “menos pior”. É desestimulante..........

Enfim, amanhã vou à minha seção eleitoral.  Não animada e esperançosa como de outras vezes, mas triste com o cenário atual. Ah, não sou nenhuma expert em política, longe disso. Muito menos consigo acompanhar todos as notícias............. mas pelo pouco que vejo já fico deprê...

Mas vamos lá! O Brasil precisa de cada um de nós! Vamos votar consciente amanhã, seja lá o que isso significa..........
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

TPM?????

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Hoje foi um daqueles dias em que bastava olhar torto pra me tirar do sério............... acho meio cedo pra ser TPM mas vai saber????

Na verdade acho que todo mundo tem uns dias assim....... pode ser culpa do cansaço também. Mas hoje eu estava aborrecida demais com as barbaridades do trânsito!

Gente, custa ter um pouco mais de educação no trânsito? Custa respeitar as leis de trânsito? Custa ter responsabilidade com sua vida e com as vidas de outras pessoas???? Quase todo dia eu vejo as mesmas coisas: carro lento na faixa da esquerda que não muda de faixa nem com sinal de luz, carrro querendo ultrapassar pela direita e dando fechada nos outros, pedestre que não anda na calçada e que passa fora da faixa, às vezes no meio de um curva, bicicleta andando na contra-mão, na faixa da esquerda (detalhe:onde existe ciclovia!!!!!), moto "costurando" no trânsito, carroceiro na faixa da esquerda........... um dia desses vi um caminhã dando ré na CE-040 e não era nem na faixa da direita (pra amenizar um pouco), era na do meio mesmo............. Mas uma das coisas que mais me impressiona é carro parado em fila dupla na frente das escolas........... gente o que é isso??? Tirando o fato de que é uma falta de respeito com os outros e atrapalha a vida de muita gente, que mensagem esse pais e mães estão passando pra seus filhos? As escolas fazem campanha de educação no trânsito mas os pais passam a mensagem que na verdade não é preciso respeitar as leis........ que se dá um "jeitinho".

Enfim, não sou perfeita, longe disso! Mas procuro me policiar, principalmente quando estou com a Julia. Mas tenho as vezes uma sensação ruim quando vejo essas coisas acontecendo. Sensação de que o mundo que a Julia vai encarar é triste, egoísta e mal-educado................... queria uma realidade melhor.............

Pronto! Desabafei!
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