quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Quando fevereiro chegar, saudade já não mata a gente!"

"Quando fevereiro chegar, saudade já não mata  a gente!" Quando fevereiro chegar, Claudio volta pra casa. Quando fevereiro chegar teremos novos desafios à frente.

Sim, novos desafios! É óbvio que tanto eu como ele estamos ansiosos para que fevereiro chegue, mas também estamos cientes do que temos pela frente, até já conversamos sobre isso. O ano de 2010, como já falei, foi muito difícil pra gente. O ano de 2011 será um ano de construção e reconstrução, um ano de trilhar os caminhos do futuro.

No campo profissional ele tem muito o que fazer, tem que conquistar o espaço dele. Até nem acho que ele vá encontrar muitas dificuldades porque, não é porque é meu marido não, mas ele é super competente!

No campo pessoal, também teremos desafios. Afinal, passamos o ano de 2010 namorando à distância. Ele estava administrando o apartamento dele do jeito dele, sem precisar da opinião de ninguém e eu estava administrando nossa casa do meu jeito. Agora precisamos juntar as duas coisas. Precisamos abrir mão dos maus costumes de quem mora só, precisamos casar de novo! Sim, começo de casamento é ótimo, mas também é tenso, porque duas pessoas com criações e costumes diversos vão passar a dividir a casa e as responsabilidades. Pois é, vamos reaprender a dividir! E agora com um bônus: a Julia!

Aí que eu acho que vai ser o maior desafio. Eu me acostumei, durante o ano passado, a tomar as decisões em relação à educação da Julia sozinha. Também passei a ser a grande figura de autoridade pra ela. Agora eu tenho que aprender a dividir a autoridade e a responsabilidade. Tenho que tomar decisões em conjunto e tenho que acima de tudo, respeitar a autoridade do Claudio, que é igual à minha. Não é fácil porque na hora do sangue quente quem está acostumado a tomar a decisão pode virar um tirano.

Para ele o desafio vai ser ainda maior. Ele tem que mostrar à Julia que ele tem autoridade, mas tudo com muito afeto. Isso porque durante esse ano longe, nos poucos momentos que estávamos juntos, ele não queria ficar dando ordens e brincava de igual pra igual com a Julia. A Julia ama o pai, mas a impressão que temos é que a figura do pai é de um membro da família que ela ama muito mas que é igual a ela na "hierarquia" familiar. Ou seja, quem  manda é a mamãe. Se a mamãe fala sério ela obedece, se o papai fala sério ela ri e tenta negociar. Deu pra sentir o drama?

Mas é isso, a vida da gente é sempre cheia de desafios. E isso que torna a vida gostosa, que nos faz sentir vivos! São os obstáculos que nos impulsionam a melhorar sempre. E a sensação de vencer um desafio não tem preço! Nós já vencemos vários e acredito que com a maturidade que alcançamos até aqui, possamos fazer de 2011 um ano de grandes vitórias pessoais e profissionais!
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