segunda-feira, 28 de março de 2011

Adeus à chupeta!

Julia pegou a chupeta ainda na maternidade. Eu sempre achei um bom auxílio na hora de acalentar e não me arrependo de jeito nenhum de ter dado, mas acho que já está na hora de tirar. Ela usa principalmente na hora de dormir mas noto que em casa ela solicita bastante durante o dia. Já está melhor, porque ano passado ela não desgrudava da chupeta por nada e eu também não forçava a barra com ela por conta da ausência do pai.

Em maio ela completa 3 anos e maioria dos amiguinhos da escola já deixou o hábito. Eu estava tentando bolar uma estratégia para convencê-la e ao mesmo tempo tentando me preparar para encarar o choro dos primeiros dias sem chupeta. Eu já tinha feito a proposta de dar pro Coelhinho da Páscoa , que ele iria trazer um ovo de chocolate bem grande em troca, mas ela não topou, mesmo sendo louca por chocolate. Já tinha falado na Fada da Chupeta que daria uma Barbie e uma Polly pra ela, mas não sentia confiança ainda de fazer a troca.



Mas, uma vez mais, Julia me surpreendeu! Ontem ela estava sentada na mesinha dela pintando, cortando papel e colando, com a chupeta na boca. Eu pedi a ela que colocasse a chupeta de lado porque o Mister Maker e o Artzooka não usam chupeta e também porque ela já está uma moça e não precisa mais de chupeta. Ela então olhou pra mim muito séria e disse: "eu quero jogar minha chupeta no lixo."

Eu quase caí pra trás nessa hora! Pedi pra ela repetir o que disse e ela repetiu e falou: "meus amiguinhos já jogaram." Claro que eu não ía perder a chance! Falei pra ela que se ela jogasse não teria mais chupeta, nem nova, e ela continuou firme no próposito de jogar. Então levei-a ao banheiro e ela jogou no cesto do lixo. Voltamos para a sala e eu dei muitos beijos e disse que estava muito orgulhosa dela, que ela estava uma moça!

Na hora em que o soninho da tarde bateu, ela começou a choramingar querendo a chupeta. Eu abraçava, beijava e dizia: "você se lembra que jogou a chupeta no lixo?" E procurava distraí-la com o episódio dos Backyardigans que estávamos assistindo. Foram momentos difícieis para nós duas, mas eu não tinha nem como ceder pois, assim que ela se distraiu, eu joguei as outras chupetas no lixo também pra não cair em  tentação. Depois de um grande período de choramingo, entremeado por momentos de profunda irritação e frustração por não ter mais a chupeta, ela foi se acalmando. Durante todo esse tempo eu mantive minha voz  muito calma e baixa, sempre lembrando que a decisão havia sido dela. Mantive também o contato físico constante, alternando abraços e cafunés, de acordo com a aceitação dela. Depois de se acalmar ela não dormiu, permanceu brincando e não tocou mais no assunto.

Quando o pai chegou do plantão ela contou pra ele toda satisfeita que tinha jogado a chupeta no lixo e nós fizemos a maior festa com ela, batendo palmas e dizendo que ela é moça. Vi um sorrisão lindo estampado no rostinho dela, sorrisão de quem está conseguindo vencer uma grande batalha!

Na hora de dormir à noite, ela estava super cansada. Pediu a chupeta, o pai explicou novamente que não tinha chupeta porque ela havia jogado no lixo e ela adormeceu. Mas, sinceramente, eu acho que ela adormeceu de cansaço, já tinha passado da hora em que ela normalmente dorme e ela não havia dormido durante o dia. Por volta de 4:30 da manhã ela acordou porque molhou a cama de xixi (estava muito frio no quarto mesmo) e aí foi um choro desesperado querendo a chupeta. Nós dois a abraçamos e eu falei que ela jogou a chupeta no lixo e que eu estava muito orgulhosa disso. Depois fiquei cantando baixinho no ouvido dela uma música que ela adora e que eu canto pra ela desde bebê. Levou uma meia hora pra ela se acalmar e mais uns 15 minutos pra ela adormecer profundamente e eu poder me levantar (no meio do choro meu despertador tocou, quase que eu choro também!). Mas acho que o saldo do primeiro dia foi muito positivo. Vamos ver como vai ser na escola na hora do sono. Vou pedir à professora dela uma dose extra de paciência! A batalha está sendo grande, mas nós vamos vencer!
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sábado, 26 de março de 2011

Dormindo fora de casa

Julia ficou dois dias na casa da avó. Estávamos precisando dedetizar (detesto essa palavra, nunca pronuncio corretamente) a casa e ela foi pra lá na quinta (dia da dedetização) e ficou a sexta e o sábado, enquanto era feita a mega faxina pós veneno. Ficou com a avó, as tias e o primo. Mamãe e papai ficaram em casa.

Apesar da pouca idade, ela já é uma veterana em dormir fora de casa. Quando estava com 1 ano e 2 meses, tia Naná e tia Kika levaram a Julia para a Prainha. Foram numa sexta e voltaram no sábado. Ela simplesmente amou o passeio, não chorou, não perguntou nem pela mamãe e nem pelo papai, simplesmente curtiu tudo. Eu fiquei arrasada de saudades, nunca tinha me separado dela. Assim que saíram daqui comecei a chorar e, à noite, Claudio e eu saímos pra curtir um pouco (coisa que não fazíamos desde o nascimento dela) e o único assunto que conseguíamos conversar era sobre a Julia!

Em outras duas ocasiões, precisamos deixá-la na casa da avó por umas horas mas acho que ela só dormiu lá em uma dessas  oportunidades. Dessa vez, ela chegou lá na quinta de manhã cedinho. Não deu o menor trabalho para ficar. Dormiu bem a noite e é porque dormiu sozinha no quarto do Artur (aqui em casa ela dorme na nossa cama). No dia seguinte à tarde, eu fui pegá-la pra ficar com ela na casa da mamãe porque minhas cunhadas e minha sogra tinham compromissos e não poderiam ficar com ela. Quando saí da casa da mamãe para levá-la de volta pra minha sogra, ela soltou: "mamãe, eu vou dormir na casa da vovoinha, né? Mamãe não vai, papai não vai, só a Julia, né?"

E ficou lá muito satisfeita novamente. Eu fico feliz que ela seja assim independente e segura. Fico feliz que não é agarrada na "barra da minha saia" apesar de termos uma ligação muito profunda. Eu também era assim, desde cedo dormia na casa de primas e amigas. Lembro que umas primas minhas não dormiam de jeito nenhum lá em casa quando crianças porque começavam a chorar. Eu achava uma besteira....... Mas hoje sei que não é. Cada criança tem seu tempo e se ela não se sentir muito segura pra dormir fora de casa isso não deve ser forçado.


Depois de passar o sábado inteiro na casa da avó, fui buscá-la para irmos a um chá de panela.. Lá ela tinha a companhia de outras crianças e brincou muito. Na hora de ir embora, já cansada de tanto correr e pular e eu achando que ela estava com saudades do pai que não via desde quinta-feira, ela me falou: "mamãe, eu quero dormir na casa da vovoinha." É  de arrasar coração de mãe! Mas eu fico é orgulhosa.

No site da revistas Crescer encontrei um artigo sobre o assunto que diz o seguinte:

A vontade da criança dormir fora de casa varia conforme a idade e o temperamento, e até se ela tem ou não irmãos. Um dos sinais de que você pode arriscar ocorre quando ela manifesta o desejo de fazer atividades independentes, sem os pais por perto, como brincar na casa de amiguinhos. Se ela ficou sem chorar, talvez possa dar passos mais ousados. Geralmente, a primeira casa diferente em que elas dormem na boa é na dos avós. Mas é importante saber se a criança gosta de ficar com eles.


Depois dessa etapa, pode ser que ela já consiga passar a noite na casa de colegas. "A criança pede para sair. Esse é o sinal de que o momento chegou", diz a psicóloga Maria Rita D’Angelo Seixas. Finalmente, se ela gosta do campo e se adapta com facilidade a novas pessoas e situações, está preparada para o passo maior: uma temporada de férias no acampamento. Combine para que um conhecido vá junto. A companhia amiga dá mais segurança.

A etapa de dormir na casa da avó foi fácil. Difícil eu acho que vai ser a etapa de dormir na casa das amigas. Não tanto para ela, que certamente dará os sinais de que está pronta, mas para mim. Na casa da avó eu sei como é a rotina familiar, sei que a avó é cuidadosa ao extremo com ela (mais que eu) e sei do amor incondicional que ela dá e recebe. Na casa de amigas, sei que vou ficar com o coração apertadíssimo. Sei que vou ter que me controlar para não ligar de hora em hora e sei também que vou precisar conhecer bem os pais antes desse passo importante, afinal não vou deixar meu tesouro na mão de estranhos, né?

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sábado, 19 de março de 2011

Minha Bailarina!

Acho que toda mãe de menina sonha com sua pequena bailarina! Comigo não é diferente, eu tinha, desde a gravidez, vontade de colocar a Julia no ballet, só tinha medo que ela não gostasse. Mas Julia ama dançar, desde pequenininha! Na verdade, meu sonho não é nem ter uma filha bailarina profissional. Isso só vai acontecer se ela quiser e muito. Mas queria que ela fizesse ballet porque trabalha postura, equilíbrio,  delicadeza, conhecimento corporal, disciplina, desperta pras artes.........

Ano passado algumas amiguinhas dela fizeram ballet, mas eu achava que ela ainda era muito novinha (ela é a mais nova da turma) e que se começasse muito cedo poderia perder o interesse porque o ballet exige disciplina. Para reforçar ainda mais o meu pensamento, uma colega  que tem duas filhas bailarinas, me aconselhou a não colocar antes dos 4 anos, exatamente por isso.

Mas esse ano não resisti e matriculei, na escola mesmo. No dia que comprei as roupas de ballet dela, foi uma festa! Ela vestiu e não queria mais tirar. Ficou lindaaaaaaaaaaaaaaa!


Entretanto, essa semana ouvi duas mães de amiguinhas dela conversando sobre o ballet e uma delas falava que não matriculou a filha porque achava que o ballet na escola era só recreação. A outra dizia que tinha matriculado em uma escola de dança e que era muito bom, a aula tinha 1h de duração e era bem sério. Até parei pra conversar sobre isso com o Claudio. Sinceramente acho que o ballet nessa idade deve ser bem lúdico mesmo, quase uma recreação e que a aula não deve ser muito extensa porque nessa idade elas se cansam facilmente e perdem logo o interesse. Eu já assisti a duas aulas da Julia e realmente é bem lúdico, mas a professora vai passando algumas noções de postura, equilíbrio. Vai ensinando como a bailarina se locomove no palco, mas tudo sem pressões. Eu fico toda orgulhosa porque a Julia faz direitinho, levando em conta as limitações da idade, é claro!

Fui ler um pouco mais sobre o assunto pra poder embasar meus argumentos. Encontrei no site do Espaço Dança um texto interessante da professora e coreógrafa Myriam Marques que diz o seguinte:


(...) A dança é uma forma de expressão, obedece critérios técnicos e pedagógicos, estimula o desenvolvimento da coordenação motora e o amadurecimento emocional. 

O aprendizado da dança é um processo lento, gradual e cumulativo. A aplicação dos seus critérios técnicos indispensáveis deve estar sincronizada com as condições biopsicológicas da criança também sob permanente transformação. Ela difere física e psicologicamente do adulto, e não é sua miniatura. 

Do ponto de vista físico, o processo inflamatório a que a criança está sujeita decorrente de práticas físicas, na essência, é idêntico ao do adulto. Mas ela se recupera com mais rapidez. 

Do ponto de vista psicológico, a criança também difere do adulto. A dança e a prática desportiva têm participação decisiva na sua socialização, no respeito às regras, no empenho para obter resultados positivos ("sucessos"), no desenvolvimento de sua capacidade para assimilar frustrações ("fracassos"), para conviver com as diferenças e outros benefícios. Solicitações exageradas de competição, pressão e ansiedade por parte dos pais projetadas numa criança, quando os "sucessos" obtidos apresentam-se abaixo dos esperados, provocam desgaste e conflito emocional na criança. Ela transfere esse sentimento desconfortável para a vida:..."se não sou bom nisso, não sirvo para nada". "Sucesso" e "fracasso" devem ser compreendidos com relatividade. A presença de ambos em excesso pode levar a criança a rejeitar ou abandonar a prática física seja por aversão, saturação, apatia ou indiferença. 

Observando estas orientações, o aprendizado da dança apresenta resultado eficiente quando a criança chega aos seis anos de idade. Nesta fase, ela adquire maior consciência corporal, distingue a parte direita da esquerda.

Na qualidade de professora, preparo crianças com quatro anos completos para o aprendizado do balé clássico. No início, elas passam por um processo de adaptação durante dois anos. Nesta fase, são trabalhadas as práticas lúdicas, lateralidade, musicalidade, coordenação motora, socialização e o emocional. O objetivo é criar as condições para que os sistemas muscular e nervoso possam absorver a formação no balé clássico. 

Dificuldades como inversão de letras apresentadas por crianças que começam a alfabetização são facilmente superadas quando, paralelamente, preparam-se para o balé. Também é freqüente as meninas entre 5 e 7 anos apresentarem lordose (curva acentuada na região lombar). A colocação da bacia conforme a técnica clássica, após anos de treinamento, reeduca a postura quando a criança atinge a faixa dos 13 aos 16 anos, via compensação da musculatura, trabalhando a noção correta do equilíbrio. (...)

Resumindo, a Julia nem deveria estar no ballet ainda, como já tinha me alertado minha colega. Mas como é tudo de forma muito lúdica, vou deixar.até porque ela está curtindo muito. Quando for a hora certa, vou colocá-la em uma escola de dança sim e vou ficar torcendo para que ela continue gostando do ballet para poder usufruir de todos os benefícios dele para o corpo e para a mente. Por enquanto vou deixá-la brincar de ser bailarina afinal, ela é apenas uma criança!
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terça-feira, 15 de março de 2011

Pequenas Pérolas de uma Grande Menininha!

Julia está cada dia mais engraçada! E tem cada tirada, cada argumento............. eu fico me segurando pra não espocar de tanto rir.

Ela agora está com a mania de, se for contrariada por mim, me ameaçar: "vou contar pro meu pai!" Eu fico rindo por dentro mas tem horas que é difícil controlar. Na semana passada ela conseguiu se superar. Ela estava subindo no sofá e eu pedindo pra ela descer. Falei sério mesmo com ela. Aí ela se zangou, fez um bico e falou: "vou falar pro meu pai!".

O pai estava do lado e quando ela recorreu a ele, ele obviamente me deu razão. Falou com todo jeito porque ela já estava estressada. Mas ela não se deu por vencida, aumentou o bico e recorrendo a uma esfera mais elevada, soltou: "vou falar pra minha vó!" Eu não consegui me segurar!

Outra coisa que me fez rir pra caramba foi a Julia contando. Eu sabia que ela contava até 10. Já tinha tentado ensinar até 20 mas ela não se interessava muito. Mas, um dia desses, ela começou a contar e não parou no 10, continuou bem direitinho....... onze, doze........... quinze.............. dezessete, dezoito, dezenove, DEZEDEZ! A minha gargalhada foi em toda altura! Eu achei tão bonitinho! E pior que não tive coragem de ensinar o correto porque além de achar lindo, fiquei orgulhosa do raciocínio dela...

Ela também costuma reclamar no trânsito quando algum carro buzina pra mim (tudo bem, eu confesso, ela aprendeu comigo) e sempre fala: "ele não sabe dirigir, né mamãe?" 

Na semana passada fui ao Iguatemi com ela comprar uns presentes. Claudio estava trabalhando mas ía encontrar com a gente lá pra jantarmos. Quando nós  chegamos ao shopping, assim que a Julia viu o parquinho, pediu pra ir brincar. Mas, como é muito caro e eu ía ter ajuda do Claudio com ela no shopping e além disso estava com a "coleira", não quis gastar dinheiro com isso. Só que a Julia não se dá por vencida facilmente e, como ela estava insistindo, eu disse que não tinha dinheiro e que ela pedisse ao pai quando ele chegasse que se ele  tivesse dinheiro ela poderia ir brincar no parquinho.

Eu pensei que ela tivesse esquecido o assunto porque entramos em várias lojas, escolhemos os presentes e quando o pai chegou eles saíram um pouco de perto de mim enquanto eu pagava o que tinha comprado. Mais tarde, Claudio me contou que a primeira coisa que ela perguntou foi: "papai, você tem dinheiro?"  Ô bichinha ardilosa!
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sábado, 5 de março de 2011

Quem não vive pra servir, não serve pra viver.

Dei uma sumida aqui do blog novamente. Dessa vez, além da correria habitual, ainda tive um grande susto. Minha querida tia Eneyda, que é minha segunda mãe, passou mal e foi para o hospital. Assim  que eu soube, corri pra lá. 

Foram dias puxados porque ela passou quase 48 horas "internada" na emergência por falta de leito. Ela estava no melhor hospital particular daqui, Claudio estava de plantão lá e mesmo assim foi uma novela simplesmente porque os hospitais estão super lotados de virose e dengue. Durante o dia eu ficava "de plantão" ao lado dela, em pé porque, como na emergência não é permitido acompanhante, não tem nem um banquinho pra gente se encostar.

Mas depois de uma espera cansativa, conseguimos o leito pra ela. Graças à Deus ela agora está se recuperando em um apartamento super confortável.

Em meio a todo esse sufoco, o que mais me chamou atenção foi todo o carinho e atenção dedicados a ela por muita gente. Tia Eneyda é solteira e não tem filhos. Quem socorreu na hora do aperto foi uma vizinha dela que só saiu do hospital depois que eu cheguei (eu só fui avisada do que estava  acontecendo no dia seguinte).

Durante o dia muitas pessoas passaram por lá para vê-la. E nos dias seguintes também. A situação mobilizou todos os sobrinhos, as irmãs, os primos e os amigos que se ofereceram para ajudar no revezamento de acompanhante do hospital, inclusive durante a noite. Foi muito bonito ver todo esse carinho.

Mas tudo isso tem uma razão de ser: tia Eneyda é uma pessoa muito doce, educadíssima e que faz tudo pra ajudar a todo mundo. Ela é delicada no trato com todos e sempre disponível para ajudar a quem estiver precisando. Como ela sempre diz: "quem não vive pra servir, não serve pra viver." E agora, depois de servir a muita gente, está colhendo os frutos, com as pessoas se disponibilizando para serví-la.

Essa é uma lição que vou levar comigo o resto da vida. Quando a gente planta amizade, compaixão e ajuda ao próximo, a gente colhe tudo isso e muito mais na hora da necessidade. Espero poder colocar em prática e ensinar à Julia também.
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