sexta-feira, 29 de junho de 2012

De Volta para o Futuro!

Atenção: se você é uma pessoa séria demais, não gosta de uma brincadeira vez por outra e não gosta de fantasiar como criança, não siga adiante! Vá ler um jornal ou um blog sobre política e economia porque agora eu quero me divertir!

Então que vocês devem ter visto no Facebook o besteirol da semana:

Imagem adaptada do Facebook

Esse é o painel da Máquina do Tempo que o Dr. Emmett Brown inventou e que levou Marty McFly em muitas aventuras no passado e no presente na trilogia De Volta Para o Futuro. O painel está mostrando a data no futuro para a qual Marty McFly viajou no segundo filme. Sim, foi quarta-feira passada.  

O engraçado, é que o futuro do filme é muito diferente do futuro real (que é a nossa realidade). Algumas coisas ainda estão distantes pra gente e outras ficaram ultrapasadas. Mas, aproveitando o gancho, fiquei pensando o que eu mais gostaria de ter do futuro que está no filme e não existe no futuro real.

Em primeiro lugar, diria primeiríssimo, eu queria uma cozinha automatizada daquelas, que você aperta um botão e a comida fica pronta, sem grandes trabalhos. Isso porque eu não cozinho nada, então assim não precisaria almoçar fora todo dia.

Outra coisa legal é a porta da casa se abrir com sua digital. Eu uso a chave de casa no chaveiro da chave do carro, mas quando eu saio com o Claudio, às vezes fico sem chave e preciso pegar a dele se preciso voltar em casa e ele não. Fora que eu sou campeã em perder as chaves dentro da bolsa, né? Mesmo com um chaveiro enooooooooooorme!

Queria também uma justiça mais ágil. Lembram que o Beef e sua gangue foram condenados de forma quase instantânea quando caíram dentro do prédio do tribunal com seus skates voadores? Ajudaria muito a diminuir a impunidade (mas não precisaria acabar com os advogados, né? Eles não são a causa da lentidão da justiça!).

Seria legal também ter carros voadores. No filme o trânsito não fica melhor, o Dr. Brown até comenta que o trânsito na aerovia estava péssimo. Mas a grande diferença é as pessoas poderem andar com mais tranquilidade nas ruas, sem disputar espaço com carros em alta velocidade.

Agora, falando de projeções futurísticas, as coisas que mais desejo vêm do desenho dos Jetsons: a empregada Robô e o carro que vira uma maleta, porque, vou te contar, estacionar nessa cidade está sendo uma proeza cada vez maior! E vocês, o que desejariam do futuro?
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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Mamãe Superpoderosa!

Nesses 4 anos de vida da Julia eu aprendi muita coisa, inclusive sobre mim. Uma das mais interessantes é que eu tenho poder da cura. Vejam, é o poder, não o dom. Não é simplesmente estender as mãos sobre alguém e curar ou fazer uma oração e os cegos passarem a enxergar. Não, isso é pra quem tem o dom ou a cara de pau de dizer que tem.

O que eu tenho mesmo é o poder de curar. Na verdade é um superpoder, superpoder de super-heroína (desculpem aí, não sei a regra atual de hifenização, vergonha!). Não contavam com minha astúcia!!!

E funciona assim: um mosquito pica a Julia. Ela coça, diz que dói. Eu coloco um band-aid (da Barbie ou da Hello Kitty, of course) e em 5 minutos ela fica boa e arranca o band-aid fora! Ela machuca qualquer parte do corpo, chora de dor e eu pego no colo, dou um beijo e em 10 minutos a menina está "novinha em folha". 

Imagem retirada de: maylu.com.br

Ainda duvidam dos meus superpoderes??? Pois num sábado desses, ela tomou vacina (duas injetáveis, tadinha). Não deu muito trabalho na hora, mas ficou manhosa depois. Primeiro se queixou do braço, o problema é que a vacina tinha sido no braço esquerdo e ela estava se queixando do braço de direito. Depois se queixou da perna. Essa eu dei crédito porque era justamente a vacina que poderia dar reação. Quando ela estava no auge da queixa, Claudio disse que ía fazer uma compressa pra parar a dor e ela começou a chorar dizendo que não queria. Eu então disse que ía dar um remedinho de morango e a dor ía passar. Dei dipirona e fiquei com ela no sofá. A dor parecia ter passado e eu me levantei. Algum tempo depois ela levantou se queixando e começou a andar bem devagar e mancando. 

Eu então comentei que a dor já deveria ter passado, pelo tempo que fazia que ela tinha tomado o remédio, mas ela afirmava que ainda doía muito. Aí, com meus superpoderes, eu disse que já que ela não tinha ficado boa, a gente não poderia ir para o aniversário da Duda à noite (ela estava esperando ansiosa pelo aniversário). Mal fechei a boca, Julia começou a andar normalmente e disse: "olha, mamãe, eu já fiquei boa!". Correu e pulou normalmente no aniversário. Brincou muito no pula-pula.

E aí, tenho ou não tenho superpoderes?
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Viva São João! (2012)

Adoro festa de São João! Já comentei aqui que gosto muito, mas que faz muito tempo que não tenho a oportunidade de ir pra curtir, pra dançar mesmo. Por enquanto, fico curtindo a festinha da Julia na escola. 

Esse ano ela novamente fez bonito. Dançou direitinho e me encheu de orgulho mais uma vez. Depois da apresentação, fez festa com as amigas e tirou fotos com as mais chegadas, uma graça. A escola, aproveitando a presença dos pais, montou uma exposição dos projetos trabalhados com cada turma ao longo do semestre e essa pra mim foi a melhor parte.

Ô caipira linda, sô!

A professora escolheu o tema 'Banana' para a turma e fez um belo projeto. Me deliciei vendo como foi trabalhada a matemática, a escrita, a música, o inglês, as artes... tudo em torno desse tema, que despertou muito interesse na turma. Julia quase todo dia vinha com uma novidade sobre a banana e posso afirmar, sem medo, que ela sabe muito mais sobre a banana (seus tipos, suas propriedades, suas vitaminas) do que eu! A exposição dos trabalhos estava muito bem montada e a professora, que havia tirado muitas fotos deles durante as atividades, fez um vídeo explicando o projeto e mostrando o desenvolvimento do mesmo. Julia fez questão de assistir ao vídeo e "se mostrar" na tela.

Na exposição do Projeto da Banana: fiquei orgulhosa e ainda ganhei um porta lápis feito por ela.

Outro lado bom de ver os trabalhos feitos por eles, é que eu percebo que ela está bem nivelada com a turma. Embora eu nunca tenha sido chamada para conversas com a professora ou a coordenadora sobre o acompanhamento da Julia na escola, ando um pouco preocupada com isso (mas isso é assunto pra outro post). Mas vendo os trabalhos de todos, confesso que senti um alívio, minha pequena parece estar no caminho certo! Então, deixando as preocupações de lado, vamos curtir a festa! E Viva São João!!!!
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Dia da Conscientização da Violência contra o Idoso

Hoje, 15 de junho, é o dia Nacional da Conscientização da Violência contra o Idoso.

Em diversas cidades do Brasil, teremos eventos alusivos a essa data, para chamar atenção da população para a necessidade de se garantir aos nossos velhinhos o direito deles de acesso à saúde, educação, trabalho, dignidade, cultura, etc.

Imagem retirada de: acolhimento.wordpress.com


Em Fortaleza, segundo informações do Portal Jangadeiro, a programação já começou ao longo dessa semana, com os seguintes eventos:

Manhã educativa: palestra“família: porto seguro?”
Local na sede do pai- programa de ação integrada para o aposentado – Rua Osvaldo Cruz, 1.500 -Aldeota
8:00h às 12:00h
Palestrante: André haguette e dr. José Edson da Silva encerramento com Carmen Cinira, “como usar a ouvidoria”

13/06/2012
Palestra sobre envelhecimento saudável

Local:no auditório do complexo Ceart
16:00hs
Palestrante : dra. túlia gomes da sociedade brasileira de geriatria e gerontologia – sbgg

14/06/2012
Exibição de filme – “elza e fred”

Centro Cultural Dragão do Mar
Hora: de 14hs às 18hs.

15/06/2012
Dia do amigo do idoso
Abrigo do Estado do Ceará
Local: Olavo Bilac, 1280 fone 3101 2732
14:00hs às 17:00hs.
15/06/2012
Projeto cultural Alemanha/Brasil
Homenagem de reconhecimento a missão humanitária da Dra. Zilda Arns Neuman
Local: auditório do Ministério Público – Rua Assunção, 1.100
15:00hs

Lembrando sempre que não existe somente a violência física, mas também a psicológica e emocional contra nossos idosos. Carinho, amor e proteção no início e no fim da vida, são direitos de todos os seres humanos. Nós também, um dia, seremos idosos!
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Teatro Infantil: Pinóquio a Peça

Essa semana que passou foi bem difícil na Minha Casinha Feliz. Minha mãe está internada desde o dia 03 e uma tia minha (irmã dela), que também estava internada no mesmo hospital, faleceu na sexta. Claudio estava num Congresso e eu tive que me dividir pra dar assistência à minha mãe, às minhas outras tias (que estavam abaladas com as duas irmãs hospitalizadas) e também à Julia. Foi uma semana totalmente fora da rotina para todos.

No sábado eu estava super cansada e estressada e não saímos com a Julia pra lugar algum. Então, ontem, resolvemos levá-la ao teatro. Aproveitamos que esse fim de semana estava estreando no Teatro Celina Queiroz a peça Pinóquio do Grupo Mirante e partimos para um programinha em família.

Imagem retirada de: unifor.br

Confesso que não curti muito a peça. Não sou crítica de teatro, longe de mim, mas achei que os personagens estavam caricatos demais. E também percebi que a questão da mentira praticamente não foi trabalhada, tendo sido a peça direcionada para uma reflexão sobre as consequências das más atitudes. Para crianças maiores até pode ser interessante, mas acho que as crianças menores (caso da Julia) não conseguem acompanhar esse tipo de reflexão em uma peça. Fora que, eu fui toda cheia de expectativa de ver o nariz do Pinóquio crescer, né? Mas ele já começou a peça com o nariz grande e no finalzinho, quando entra em cena pela última vez se não me engano, está com o nariz pequeno.

Mas isso não significa que a Julia não tenha gostado da peça. Ela até prestou bastante atenção, acompanhou a música batendo palmas e acho que se encantou com alguns personagens. No final fez questão de tirar fotos com eles.

De qualquer forma, o passeio foi interessante porque foi em família, direcionado para ela e ainda tivemos a oportunidade de curtir um pouquinho o campus da Unifor que é muito agradável.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Porque toda mãe (e pai) deveria ter um smartphone

Não, não trabalho em nenhuma empresa fabricante de smartphones, nem em operadoras de telefonia celular. Mas acho sinceramente que toda mãe devia ter um smartphone.

Eu sou dessas que não liga pra tecnologia. Claro que não vivo sem celular, entretanto é apenas pelo simples fato de poder falar com que eu quiser na hora em que eu quiser ou precisar (como no dia que o pneu furou as 9 da noite e eu estava sozinha com a Julia sem 1 real no bolso) e também pelo fato de que se eu estiver longe da Julia e alguma coisa (Deus nos livre) acontecer, é possível me encontrar. Mas eu sempre escolhi celular pelo preço (o mais barato, of course!). Celular pra mim só precisava de três funções: ligar/receber ligações, ter relógio (não uso relógio de pulso) e ter alarme.

Acontece que o Claudio comprou um Iphone pra ele. Um belo dia, o tal do Iphone tocou, ele estava dirigindo e me pediu pra atender e o negócio chamou até desligar e eu não consegui atender eu tive dificuldade para atender. Claaaaaaaaaaaaaaaro que ele mangou (zombou, para os que não falam cearencês) de mim e, pior, "passou na minha cara" que a Julia sabia atender e eu não. 

E ela não sabia só atender, a Julia mexia muito bem no celular dele, jogava, fazia tudo que a interessava e eu tinha medo até de segurar. Ela inclusive pergunta se o pai já baixou o filme que ela quer assistir, reclama da conexão de internet quando está lenta, escolhe filmes no youtube pra assistir, pede meu pendrive emprestado e sabe o nome de várias parafernálias tecnológicas. Então eu resolvi que eu iria aprender. Primeiro pra ele não mangar mais de mim e depois porque ele me falou uma coisa e depois de refletir eu vi que ele tinha razão: a gente tem que se esforçar pra acompanhar as novas tecnologias pra entender o mundo dos nossos filhos no futuro.

Desde então me esforço pra aprender tudo (e já tenho meu Iphone!), participo de redes sociais, aprendi a mexer na smart tv e vou aos poucos me interessando pelas tecnologias que nos rodeiam. Não sou nenhuma expert, estou muito longe disso, mas pelo menos não vivo totalmente à margem. E acho que todos os pais e mães tem OBRIGAÇÃO de entender o mínimo de novas tecnologias e redes sociais.

Imagem retirada de: vincerecomunicacao.com.br


Entrar nas mesmas redes sociais de nossos filhos, nos permite ter noção do que eles estão tendo acesso, nos permite fazer contato com os amigos deles (e acredito que podemos saber muito mais dos amigos através das redes sociais do que perguntando aos nossos filhos, afinal, qual adolescente vai contar os "podres" dos amigos para os pais?) e nos torna mais próximos do mundo deles. Também nos dá a chance de orientá-los e alertá-los para os perigos do mundo virtual. Estar atentos e próximos da vida, do mundo dos filhos e atentos aos perigos é obrigação, né? Ou pelo menos é o mínimo que se espera de pais responsáveis. 

E sabem do que mais? No fundo, é gostoso estar antenada, conectada. Viciei!
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